29 de junho de 2013

Dez Princípios Para as Crianças Serem Felizes e Bem Sucedidas

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'O maior desejo dos pais e educadores em relação a suas crianças é que elas sejam felizes e bem sucedidas. Para alcançar este alvo as crianças precisam de algo simples que foi tirado de muitas delas: elas precisam de pais. Pais presentes que se dediquem a elas. Pais que amam e educam dando liberdade e limites com equilíbrio. Pais que lhes peguem pela mão e lhes ensinem o caminho em que devem andar (Provérbios 22.6), lembrando que o caminho se faz caminhando, e não apenas falando. A Bíblia diz qual é este caminho: “Se você quer ter sucesso em tudo o que vai fazer, seja obediente a todos os pontos da Lei, sem nenhum desvio para cá ou para lá. Não se canse de lembrar ao povo as leis deste Livro, e você mesmo trate de meditar nelas todos os dias e todas as noites, para ter certeza de que está sendo obediente em tudo o que está escrito. Só assim você poderá ter sucesso.” (Josué 1.7-8 – Bíblia Viva.)Pesquisadores sobre aprendizagem reafirmam que o bom desempenho dos alunos nos estudos está ligado ao apoio dos pais. Cláudio de Moura Castro afirma que pesquisas “sobre o sucesso dos países do Leste Asiático em matéria de educação, mostram que tudo começa com o desvelo da família e com sua crença inabalável de que a educação é o segredo do sucesso. Países como Coréia, Cingapura e Taiwan não gastam muito mais do que nós em educação. A diferença está no empenho da família, que turbina o esforço dos filhos e força o governo a fazer sua parte.
“Muitos pais brasileiros de classe média achincalham nossa educação, mas seu esforço e sacrifício pessoal tendem a ser ínfimos. Quantos deixam de ver TV para assegurar-se de que seus pimpolhos estão estudando? Quantos conversam frequentemente com os filhos? As pesquisas mostram que tais gestos têm impacto enorme sobre o desempenho dos filhos.” (9) Revista Veja, Ed Abril, novembro de 2004.
Conheço mães e pais que chegam em casa cansados do trabalho e separam tempo de qualidade para olhar os cadernos dos filhos, conversar ou brincar com eles, ou seja, eles estão educando, influenciando seus filhotes. Trabalhei com uma psicóloga que tinha que se desdobrar como mãe e pai, e ela fazia isto com a maior competência. Ela chegava em casa após um dia inteiro de trabalho, e se dedicava a seu filho: olhava a casa, os cadernos, ajudava seu filho a preparar o material e passavam um tempo juntos.
Sucesso nos estudos e na vida de uma maneira geral está ligado a uma educação presencial, não dá para ser pai e mãe à distância, como dizia um comercial da TV: “não basta ser pai, tem que participar.” A saúde emocional, espiritual e física depende dos cuidados de pais amorosos e prontos a cumprir os princípios divinos em suas famílias.
Sendo pai ou professor, você pode sim, minimizar os problemas que o tempo longe das crianças pode trazer: conversando pelo telefone, dando atenção de qualidade a eles quando estiverem juntos, orando por e com elas, sendo amigos, elogiando, corrigindo sempre que necessário – sem deixar que a culpa por estar pouco tempo com elas lhe impeça de discipliná-las. Não deixe de estabelecer limites para suas crianças só porque você passa pouco tempo com elas. Mas por outro lado, não use seu tempo todo brigando e xingando seus pequenos. Eduque conversando, influenciando, estando ao lado. Façam alguma atividade juntos, como fazer um bolo ou simplesmente escovar os dentes e arrumar as camas. Podemos tornar essas ocasiões agradáveis e preciosas conversando sobre as coisas que aconteceram durante o dia que passaram, falando das tristezas e alegrias de cada um, sabendo que por meio destes simples momento estamos ensinando através de nosso estilo de vida, pois o seu exemplo é o maior ensino. É isto que Deuteronômios 6.7 nos diz: “Ensine seus filhos andando pelo caminho, ao deitar-se, ao levantar-se”- isto quer dizer a todo o momento.
A maior força da educação está nas pequenas coisas, nos gestos e nas palavras do dia-a-dia, onde às vezes não percebemos, pois educar é se relacionar com o outro, e isto acontece na maioria das vezes de maneira informal. Aproveite cada minuto na presença de suas crianças e das pessoas que são preciosas para você! Ame-as e demonstre esse amor. Já que nosso tempo é tão curto e tão precioso, aproveite cada minuto da vida para amar mais e se deleitar em seu jardim, pois um jardineiro cuida de seu jardim pelo prazer que tem de estar nele, de ver seus frutos e flores por vir, de sentir os perfumes que ele exala.
Às vezes me assusto com o poder que é dado aos pais e educadores de crianças pequenas. Você não se assusta? Temos em mãos as sementes para plantar um novo ser. Gosto de semear princípios, pois eles são as fontes que movem nossas ações. Princípios são valores que, se semeados na primeira época da vida, direcionam o desenvolvimento posterior, que estará subordinado a eles. Princípios não morrem, são como sementes. Às vezes parecem que morreram, mas estão adormecidas, debaixo da terra, e um dia brotam, é claro que dependem das condições necessárias para romper a terra. Assim é com os bebês, tudo é novo para eles e para as crianças pequenas, até que alguém lhes apresente: a maneira de ver as formigas, as flores, uma galinha e até uma barata, dependem de como estas lhes são apresentadas.
Na Coréa do Sul, por exemplo, as crianças vêem os cachorros como uma possível refeição; eu não posso nem pensar em comer meu cachorrinho! Isto também ocorre com a maneira de lidar com o amor, o erro, a dor, a alegria, enfim, com a vida. A maneira de lidar com a vida vai depender das sementes que foram plantadas na infância, do tipo de solo e das condições que elas tem para se desenvolver. É isto o que me assusta, é muita responsabilidade e também uma grande oportunidade que as pessoas que cuidam de crianças têm. Princípios são sementes. Que sementes você tem lançado?
Cada família tem os filhos que produz, assim como na sua grande maioria, os alunos reagem de acordo com o estilo da aula e do temperamento do professor. Por exemplo, você pode ensinar a criança a fazer por merecer ou dar a ela tudo o que pede ensinado-a assim o falso conceito de que na vida é tudo muito fácil. Isto aconteceu com o filho de Vânia, que queria dinheiro de qualquer jeito: “- Mãe vamos naquela máquina do banco pegar dinheiro.” A mãe lhe disse que temos que trabalhar para receber dinheiro, pois ele não brota das máquinas simplesmente. E teve uma conversa sobre o assunto com o garotinho. Na outra noite, ao chegar do trabalho o menino veio todo animado dizendo: “-Mãe eu trabalhei e ganhei um real! Ajudei o vovô a carregar uns caixotes e ele me pagou.” Cada família ou professor colhe as sementes que planta e cultiva. Como são suas crianças? Está na hora de um exame. É preciso urgente voltar aos princípios que a Palavra de Deus nos dá para a educação das crianças! Princípios que foram abandonados por muitos pais e educadores trazendo assim, enormes prejuízos a esta geração. Como provavelmente você tem pouco tempo, resumi os princípios bíblicos para a educação das crianças, formulando assim dez princípios para as crianças crescerem felizes e bem sucedidas. Que tal colar a lista abaixo no espelho ou na agenda?
Princípio nº. 1: Os pais são os responsáveis pela educação das crianças. Ef 6.4 e Dt 6.7.
Princípio nº. 2: Apascente o coração das crianças que estão sob sua responsabilidade. Jo 21.15.
Princípio nº. 3: Ame as crianças, incondicionalmente. 1 Jo 4.7-20.
Princípio nº. 4: Dê liberdade e limites com equilíbrio. 2 Tm 1.7.
Princípio nº. 5: Discipline-as quando necessário, usando os métodos adequados a cada ocasião; isto é estabelecer limites. Pv 6.23.
Princípio nº. 6: Desenvolva o pensamento e a capacidade de tomar decisões fundamentadas nos princípios de Deus; isto é dar liberdade. Tg 1.25.
Princípio nº. 7: Quando caírem ensine-as a levantarem de novo e a aprender com os erros. Sl 37.24.
Princípio nº. 8: Atenda as necessidades de cada etapa do crescimento. Lc 2.52.

Princípio nº. 9:
Seja o exemplo que elas procuram. 1 Co 11.1.
Princípio nº. 10: Crianças são flechas, eduque-as para serem lançadas na vida e acertarem o alvo. Sl 127.3-5 e Rm 8.29.
Agora vá em frente! A Bíblia diz: “Seja forte e corajoso! Não se apavore, nem desanime, pois o Senhor, o seu Deus, estará com você por onde você andar.” Josué 1.9; NVI. A tarefa não é fácil, mas acredite, vale a pena investir em crianças! O Senhor Deus está com você e lhe diz: “Eu o instruirei e o ensinarei no caminho que você deve seguir, eu o
aconselharei e cuidarei de você.” Salmos 32.8; NVI.
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Para Mulheres Que Sofrem Da Solidão

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Entre as mulheres que estão só há muitas que se assustam ao perceberem de repente, que o tempo está passando e elas continuam sozinhas. Cientes de suas carências, sentem-se injustiçadas, uma vez que são tão mulheres quanto as outras, e não têm companhia. A solidão, portanto, lhe parece algo impossível de se conviver e se desestruturam.A vida se apresenta de modos diferentes para cada pessoa. Ela pode ter seus caprichos,armar surpresas ou fazer exigências. As decisões devem ser tomadas de acordo com as prioridades de cada uma.
Outras sentem que nessas prioridades o amor nunca esteve ausente, mas diferente. E não sentem solidão. O assunto é delicado e expor-se requer coragem. Mas, por amor à verdade e para se lidar com ela, é preciso que deixemos cair as máscaras, relaxar as defesas, quebrar a resistência e dar lugar à humildade, para que o diálogo franco seja possível.
Assim, não vamos fazer de conta que tudo está bem. Isso seria arrogante demais. A aceitação de que somos é o ponto de partida. Às vezes, não. É impossível ser heróica todos os dias e em todas as circunstâncias. Não somos auto-suficientes a tal ponto.
Analogamente, é o que se pode ver na arte da pintura moderna, em que a problemática da vida fica pra detrás das formas, cores, linhas e materiais utilizados nas pinturas e esculturas, querendo dizer algo mais que o aparente.
Pensei nisso quando estive recentemente na Bienal. As obras ali expostas propõem a desmaterialização da arte, em que o observador reflita sobre o significado mais profundo que está além da aparência. O material versus o espiritual. Entre ambos, um quadro que me emocionou foi “O Grito”, de Edvard Munch, pintor norueguês, considerado um dos precursores do Expressionismo, à semelhança de Van Gogh. Suas cores inusitadas, suas pinceladas grossas, aquele rosto angustiado, com a boca ovalada em grito, simbolizam a dor, de modo extremamente vigoroso. Quem olha o quadro encontra ali sua própria dor. Aquela expressão pode ser a solidão de uns, a revolta de outros e ainda, o desespero para muitos outros.
Munch mostra a presença da dor na vida humana, com tanta intensidade e obsessão, que não há lugar para Deus. O seu quadro é o da pintura da dor sem Deus. Por isso nos angustia. Na arte, como na vida, é importante que entendamos o que existe por trás das aparências, buscando nos fatos que vivemos, seu significado maior. Outro dia perguntei a Jesus como lidar com a solidão. Pedi a Ele uma resposta específica para mim e que fosse através do Evangelho de João, o apóstolo do amor. (João era quem mais desfrutava da intimidade com Jesus. Por isso mesmo seu evangelho é espiritualmente mais profundo, no que se refere a doutrinas e à pessoa de Jesus Cristo). Ao abrir a Bíblia no evangelho de João, ao acaso, imediatamente deparei com o versículo 29 do capítulo 8, em que Jesus diz aos judeus: “E aquele que me enviou está comigo, não me deixou só, porque eu faço sempre o que lhe agrada”. Esta foi a resposta que recebi. Jesus era só, assim como muitos de nós, mas tinha a companhia de Deus, porque fazia tudo o que a ele agradava. A solidão é uma realidade que atinge cristãs e não cristãs. As mulheres que se encontram nessa condição, são vistas como “disponíveis” e, portanto, são freqüentemente assediadas. Às vezes, de modo tão vulgar que as inferioriza, outras com charme e sedução estimulando a vaidade, o que é mais tentador.
Nenhuma dessas situações porém, responde às verdadeiras necessidades de uma mulher cristã que busca o amor. Vivemos todas numa sociedade liberada, que admite o comportamento sexual ativo independente do casamento como sendo necessário, natural e saudável. Com isso, o que está ocorrendo é a banalização do sexo, sem restar mais nada de sagrado.
A carência afetiva da mulher se acentua, quando ela é atraída e envolvida por pessoas que não continuarão a seu lado. A emoção existe, o controle é difícil e resvalar, muito fácil. Nessas horas, necessitamos muito mais de ajuda divina. Lidar com as necessidades físicas e afetivas e resolver a solidão, por nossa conta, é impossível. É necessário reconhecer nossa fragilidade e dependência.
O nosso socorro vem de Deus, Jesus é nosso modelo de vida. O nosso compromisso é com Ele. É essa a diferença entre mulheres cristãs e não cristãs. É Jesus que faz toda diferença. O caminho é estreito, é o da luta dia a dia, mas frutífero. Intensificar nossa vida de oração, utilizar nossas potencialidades criando, produzindo, ajudando, contratando pessoas, unindo-se mais aos irmãos na fé, e ouvindo e respeitando a liderança da Igreja, para nos fortalecermos mutuamente, são os meios que nos ajudam a prosseguir fiéis nos caminhos do Senhor.
Artigo Recebido Por E-mail
Fonte www.estudosgospel.com.br

A mulher e seu Verdadeiro Valor .

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Quando vejo as mulheres da Bíblia ocupando posições estratégicas de influência e de liderança, sendo colocadas meticulosamente no lugar certo e na hora oportuna, percebo como DEUS valorizou a mulher em todos os tempos. Percebo a maneira maravilhosa como DEUS a vestiu de força e de dignidade, e lhe investiu de autoridade diante de diversas situações conciliando obediência e submissão.
Deus, em seu gracioso plano de salvação, envolveu mulheres das mais variadas classes, em suas mais variadas ocupações, numa época em que pouco ou nenhum valor se dava às mulheres, e assegurou que seus nomes e seus feitos ficassem registrados como testemunho para as próximas gerações.
“Anas”, inseridas no contexto eclesiástico, vivendo em suas angústias... mas exercitando sua fé.
“Déboras”, que assumem posições de liderança e tomam atitudes capazes de mudar a vida de muitas pessoas.
“Dorcas”,  envolvidas em sua sociedade, colaborando com seus ofícios.
“Esters”, tecendo um pano de fundo político, salvando vidas.
“Rutes”, prezando pelos valores da família.
“Saras”, chamadas para crer em milagres.
“Martas”, prontas para servir.
“Marias”, prontas para ouvir.
Mulheres, muralhas, auxiliadoras, mães, profetizas, rainhas. Mulheres jovens, outras não tão jovens. Mulheres sofredoras, estéreis. Mulheres sábias, Mulheres simples. Mulheres importantes, Mulheres que não tiveram seus nomes revelados. Mulheres amigas, formosas. Mulheres prontas à ofertar suas últimas moedas... seu mais caro perfume... sempre o melhor aroma. Algumas tiveram o privilégio de serem contadas com os discípulos. Algumas puderam testemunhar a maravilhosa visão do túmulo vazio.
Mulheres de ontem e de hoje... Envolvidas com a obra do SENHOR, Mulheres realmente comprometidas com o SENHOR da obra.
O valor de uma mulher excede em muito, o valor de jóias preciosas.
Joelma Rocha

5 de junho de 2013

Mensagens Diarias: A Aflição do Justo

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Mensagens Diarias: A Aflição do Justo: 2 Coríntios 1.3-4 Bendito seja o Deus e Pai de nosso Senhor Jesus Cristo, O Pai das misericórdias e o Deus de toda a consolação, que n...
A Aflição do Justo
2 Coríntios 1.3-4
Bendito seja o Deus e Pai de nosso Senhor Jesus Cristo, O Pai das misericórdias e o Deus de toda a consolação, que nos consola em toda a nossa tribulação, para que também possamos consolar os que estiverem em alguma tribulação, com consolação com que nós mesmos somos consolados de Deus.
Hoje vamos falar um pouco sobre aflição. Já que o tema é este, não há como não nos lembrarmos de Jó. Todos nós sabemos pelo ele passou. O quanto ele sofreu.
E gostaríamos de começar a partir do momento em que os amigos de Jó ficaram sabendo pelo que ele estava passando e resolveram condoer-se dele e consolá-lo. Entretanto, cada um deles tentou emitir alguma explicação para esclarecer o seu sofrimento.
• A esposa – Desanimada e desesperada pelo quadro, chegou a conclusão que alguma coisa estava errada, afirmou que a religião de Jó era um fracasso e sugeriu a seu marido que amaldiçoasse a Deus e morresse;
• Elifaz – Este amigo de Jó afirmou que Deus nunca erra. Se seu amigo estava sofrendo daquela forma era porque tinha pecado;
• Bildade – Este outro chegou à conclusão que Jó continuava a sofrer porque não admitia o seu erro, o seu pecado;
• Zofar – Já este, entendia que o pecado de Jó merecia um sofrimento ainda maior.
• Eliú – Este outro era de opinião de que Deus estava usando o sofrimento de Jó para moldá-lo e treiná-lo;
O que estamos vendo aqui é que Jó, oprimido pelo sofrimento, não foi confortado pelos seus amigos, foi sim, condenado. Cada um de seus pontos de vista foi uma forma conhecida para compreensão do sofrimento. A lei de causa e efeito.
O mundo de hoje é regido por esta linha de raciocínio, qual seja, coisas boas acontecem a pessoas boas e coisas ruins acontecem a pessoas ruins.
E esta forma de pensar está completamente equivocada, já que, para muitos efeitos não conseguimos encontrar causas plausíveis e, em contrapartida, muitas causas não nos levam a quaisquer efeitos esperados.
Por isto os amigos Jó entendiam que era obrigação deles ajudá-lo a admitir o seu pecado. Em verdade Jó pensava como seus amigos, o que ele não conseguia entender, era o porquê que tanto sofrimento, já que não tinha feito nada de errado.
A grande verdade é que devemos tomar muito cuidado para não agirmos como os amigos de Jó, isto é, quando vemos alguém em aflição, acharmos que aquela pessoa está sendo julgada pelos seus pecados, uma vez que isto, nem sempre é correto.
Também não podemos crer em Deus somente quando as coisas estão indo bem e não estamos sofrendo, por algum motivo, isto, também, não é correto.
O que precisamos ter bem claro, é que o sofrimento deve nos fazer confiar em Deus, pelo que Ele é, e não pelo que Ele pode fazer por nós.
Sendo assim, chegamos à conclusão que quando uma pessoa está sofrendo, aquilo pode, até, ser resultado de um pecado, mas isto não é uma verdade absoluta, pois nem sempre é, da mesma que forma que a prosperidade na vida de uma pessoa, nem sempre, é uma resposta a sua bondade.
Onde estamos querendo chegar, não está escrito em lugar nenhum da Palavra de Deus que, aqueles que O amam, estarão livres de problemas, muito pelo contrário, por isto precisamos estar muito alertas para não sairmos julgando as pessoas, já que aí, quem estará pecando seremos nós.
Uma coisa muito importante, também, é que o ser humano, por sua natureza, exige explicação para tudo, mas com Deus isto é diferente, Ele, nem sempre, revelará para nós os seus propósitos em nossas vidas e, vamos mais longe, se isto acontecesse nós não suportaríamos.
Deus está muito além de nosso entendimento e, jamais, saberemos por que Ele age desta ou daquela maneira, o que precisamos é confiar, não esquecendo que Ele está no controle de todas as coisas, e apenas Ele sabe por que o justo sofre.
Isto somente fica bem claro para nós, quando vemos Deus como Ele é.
Finalizando, gostaríamos de deixar o contido nos versículos 1 de 2, do capítulo 9, de Eclesiastes, para sua reflexão:
Deveras me apliquei a todas estas coisas para claramente entender tudo isto: que os justos, e os sábios, e os seus feitos estão nas mãos de Deus; e, se é amor ou se é ódio que está a sua espera, não sabe o homem. Tudo lhe está oculto no futuro. Tudo sucede igualmente a todos: os mesmo sucede ao justo e ao perverso; ao bom, ao puro e ao impuro; tanto ao que sacrifica como ao que não sacrifica; ao que jura como ao que teme o juramento. Pense nisso.
Autor: Palavra Fiel Blog
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Mensagens Diarias: Jó, um dos maiores líderes de adoração

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Mensagens Diarias: Jó, um dos maiores líderes de adoração:   Quando falamos em líder de adoração pensamos logo em Davi, o salmista, autor de vários salmos, mas falar de Jó como líder de adoraçã...



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Quando falamos em líder de adoração pensamos logo em Davi, o salmista, autor de vários salmos, mas falar de Jó como líder de adoração talvez possa soar estranho a primeira vista. Antes de explicar porque Jó é um grande líder de adoração é importante entender o que é adoração. Muitos acreditam e vêem a adoração como um momento de louvor em que bendizemos o nome de Deus com canções no culto, mas adoração é muito mais profundo, é um estilo de vida, é a maneira que vivemos nosso dia a dia e principalmente, como é o nosso testemunho cristão.
Uma vida de adoração é uma vida prostrada diante do altar de Deus, é ter o coração derramado e quebrantado, é bendizer a Deus o tempo todo não importam as circunstâncias, é louvar a Deus, pregar a palavra, andar em retidão, buscar ser correto e íntegro em todas as coisas, é buscar e estudar a palavra de Deus, cuidar do próximo, amar ao próximo como a ti mesmo, é ter uma vida em santidade. Quantas coisas, mas este é o caráter do verdadeiro adorador e do verdadeiro cristão, pois estas são as atitudes que todos nos como cristãos devemos buscar, pois todos nós devemos ser verdadeiros adoradores.
A Bíblia diz em João 4: 23 “Mas a hora vem, e agora é, em que os VERDADEIROS ADORADORES adorarão o Pai em espírito e em verdade; porque o Pai procura a tais que assim o adorem.” (grifo da autora)
Note o que a Bíblia diz: os verdadeiros adoradores, então há aqueles que se dizem adoradores e não são. Tal observação deve nos fazer pensar em nossas ações como servos de Deus, como ministros do Evangelho e é aí que Jó entra como um exemplo de líder de adoração a ser seguido. Jó era um homem exemplar, um pai que cuidava dos filhos, intercessor, ajudava aos pobres, era exemplo aos jovens, um homem que andava em retidão e se desviava do mal, tanto que Deus disse que não havia na terra homem como ele, até que satanás vem e diz para Deus tirar tudo de Jó, para ver se ele permaneceria firme. Então, Deus permite que satanás toque nos bens de Jó e ele perde tudo de uma vez, inclusive seus filhos. Ao receber tantas notícias trágicas ao mesmo tempo, Jó rasga suas veste e se prostra diante de Deus e veja o que a Bíblia diz: “Então Jó se levantou, e rasgou o seu manto, e rapou a sua cabeça, e se lançou em terra, e adorou. E disse: Nu saí do ventre de minha mãe e nu tornarei para lá; o SENHOR o deu, e o SENHOR o tomou: bendito seja o nome do SENHOR. Em tudo isto Jó não pecou, nem atribuiu a Deus falta alguma. Jó 1:20-22”
Jó havia acabado de saber que tudo que ele tinha havia sido tirado dele e mesmo assim, ele se prostrou e adorou a Deus. Como não dizer que Jó é um grande líder de adoração, isto é o exemplo de um verdadeiro adorador, aquele que tem sua vida totalmente colocada nas mãos de Deus e mesmo quando a adversidade vem, permanece adorando ao Senhor e não murmura. Quantas vezes reclamamos em nosso dia de coisas tão pequenas, como por algo em nosso trabalho, alguma situação familiar, o trânsito, o transporte público, reclamamos de acordar cedo, dormir pouco, reclamamos muitas vezes do nosso irmão, do pastor e ainda sim queremos dizer que somos adoradores? Não significa que não devemos buscar coisas melhores, devemos lutar pelo bem e por mudanças, porque reclamações sem ação para solucionar os problemas não passam de murmuração.
Mesmo depois de satanás ter tirado tudo de Jó, para ele foi pouco, ele queria mais, porque o propósito dele é matar, roubar e destruir. Então, satanás voltou a questionar a Deus sobre a integridade de Jó, porque mesmo ele perdendo tudo, ainda tinha saúde, então poderia voltar a trabalhar, assim sendo Deus permitiu que satanás tocasse no corpo de Jó, mas que lhe preservasse a vida. O corpo dele ficou coberto de chagas, o cheiro era insuportável e se não bastasse sua condição física e toda a angústia, sua mulher foi contra ele e seus três amigos o condenaram sem motivos ao invés de ajudá-lo. Analisando o quadro de Jó, ele tinha todos os motivos para maldizer a Deus e murmurar, mas ele não o fez, aceitou tudo: “Então sua mulher lhe disse: Ainda reténs a tua sinceridade? Amaldiçoa a Deus, e morre. Porém ele lhe disse: Como fala qualquer doida, falas tu; receberemos o bem de Deus, e não receberíamos o mal? Em tudo isto não pecou Jó com os seus lábios. Jó 2:9-10”
Jó se entristeceu, ficou amargurado de espírito, perdeu tudo que tinha, todos os amigos que antes comiam de sua mesa o abandonaram, ele se tornou motivo de piada dos jovens que antes o respeitavam, sua mulher não conseguia se aproximar dele, os três amigos ao invés de consolá-lo o condenavam mais ainda e em tudo isso, Jó não pecou. A partir do capítulo 38, quando Deus começa a falar, Jó se arrepende mais ainda de suas falhas, reconhece a soberania de Deus e sua fidelidade, Deus restitui em dobro tudo que Jó tinha e ele ainda orou pelos três amigos e as pessoas que se afastaram dele voltaram para sua casa e Jó recebeu a todos. Talvez ele pudesse ficar ressentido pelo abandono dos amigos, mas não o fez, ele agiu com retidão, sabendo que tudo vem de Deus e devemos receber tudo que vem dele.
Jó é um exemplo de líder de adoração, ele foi um verdadeiro adorador, ele não criou salmos, não andava com uma viola debaixo do braço tocando nas praças, mas ele rendeu totalmente sua vida para Deus, ele permaneceu em adoração quando não tinha absolutamente nada, ele não murmurou, não blasfemou, ele honrou a Deus em todo o tempo, ele reconheceu quem Deus era e principalmente, o conheceu; “Com o ouvir dos meus ouvidos ouvi, mas agora te vêem os meus olhos. Jó 42:5”
Para cada músico que deseja ser um verdadeiro adorador, um verdadeiro líder de adoração, está aí um exemplo a ser seguido, assim também para todos nós, pois uma vida de adoração independe do ministério que exercemos.

Fonte:
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