12 de novembro de 2013

Amizade de verdade é...

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"Quem confia no Senhor está seguro" - Provérbios 29.25 b (NTLH).

A amizade também é amor. Amor limpo, amor claro, amor que edifica. Não há interesse egoísta na relação entre amigos. Não há o contato em busca do benefício próprio baseado em avareza. Existe a troca de favores, sim, mas sempre naturalmente, sem maldade, sem o desejo mesquinho que ignora o fato de prejudicar o outro.

Às vezes, a troca de favores acontece por causa do desejo de ver o outro sorrir. Sem nenhuma dúvida, trazer alegria para a vida de alguém é o melhor dos favores. Nos sentimos muito mais felizes quando vivemos ao lado de quem quer o nosso bem-estar.

Tive um amigo por quase 50 anos, desde o terceiro ano escolar. Faleceu. Nós nunca precisamos cobrar presença um do outro. Não era conversa dia após dia, e nem presença diária um na casa do outro. Mas sempre tínhamos a ajuda mútua em horas necessárias e o compartilhamento de alegria em horas felizes. Graças a Deus posso dizer que tenho outras pessoas assim em minha vida!

As pessoas que convivem conosco precisam ser especiais para nós. Se a relação não faz bem não é amizade. Não viva o tempo todo correndo atrás de quem se diz amigo. Não transforme seus dias em dias atrás de quem não demonstra interesse em ouvir você, saber sua opinião, saber o que pensa. Não se desgaste com pessoas que precisam de suas explicações porque não valorizam você o quanto merece ser valorizado e dão mais créditos em quem diz inverdades sobre você. Não use seu tempo com quem permite que o lado material fale mais alto que o emocional, toma atitudes analisando primeiro o interesse pessoal, analisa sua companhia pelo viés do seu poder aquisitivo. 

Tenho comigo a filosofia de proximidade e distância. Oferecer cordialidade para todos sempre, mas usando a questão de quem fica mais perto e quem permanece longe de mim. Aqueles que trocam calor, trago para minha presença e me esforço para estar perto deles.

Deixe tudo nas mãos de Deus. O Senhor é capaz de conduzir os seus passos e livrá-lo da companhia de pessoas vazias, os poços de falsidades e oportunismos. Confie no amor divino, e então as pessoas que o cercarão realmente serão muito especiais, gente com quem terá conversas francas, gente que o compreende, respeita, disposta a estender as mãos em momentos difíceis, que valerá a pena considerar amiga. Amizade que superará distâncias, perdurará através do tempo.

O melhor amigo é o Todo-Poderoso, Ele oferece amizade sincera, transparente, relacionamento forte, nos entende até sem precisar conversar. Ele aponta o caminho do acerto quando admitimos nossos erros. Apenas nEle sempre encontramos o melhor para nós com a condição plena de nos transformar em pessoas melhores.

E.A.G.
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2 de novembro de 2013

BRINCADEIRA DA GIRAFA – ARMADILHA DO SATANISMO DISFARÇADA

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BRINCADEIRA DA GIRAFA – ARMADILHA DO SATANISMO DISFARÇADA
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BRINCADEIRA DA GIRAFA – ARMADILHA DO SATANISMO DISFARÇADA
Explicando a brincadeira da girafa:
Depois que eu coloquei o primeiro post sobre isso, várias pessoas me chamaram inbox para saber melhor sobre isso e pedir ajuda.
É uma armadilha que o satanismo usa para gerar PACTOS INVOLUNTÁRIOS e abrir legalidade espiritual na vida das pessoas.
Consiste em participar de uma charada (que um demônio vai trazer a resposta), gerando o pacto involuntário. A charada é a seguinte: “Três da manhã, a campainha toca e você acorda. Visitantes inesperados: são seus pais, que chegaram para café da manhã. Você tem geleia de morango, mel, vinho, pão e queijo. Qual a primeira coisa que abre?”. A resposta é “abro o olho”. (Os olhos são a porta do corpo/alma/espírito)… parece inocente, mas vejam o que a BÍBLIA DIZ, em Apocalipse 3:20: “Eis que estou à porta e bato (JESUS). Se alguém ouvir a minha voz, e abrir a porta, entrarei em sua casa, e com ele cearei, e ele comigo”.
Abrir a porta é um simbolo espiritual para abrir a vida.
Não acham estranho uma “visita inesperada” vir tomar café da manhã as 3:00h?? Na “brincadeira” a pessoa receberia uma visita inesperada as 3:00h. Três horas da manhã é um horário estratégico no inferno, dentro da magia negra no satanismo, para abertura de portais espirituais onde geram legalidades sobre vidas.
GIRAFA4A pessoa que erra a resposta, troca sua foto por 3 dias e coloca no lugar (perfil da rede social) uma imagem de uma girafa. Com isso gera a primeira legalidade de troca de identidade espiritual e abertura para opressão e – posteriormente – possessão demoníaca. A girafa é um animal símbolo da sensualidade e um dos animais que mais possuem relações entre membros do mesmo sexo, numa escala de um caso para cada dez animais.
Muitas correntes, brincadeiras aparentemente ingênuas e inofensivas aparecem nas REDES SOCIAIS e os crentes, incautos, participam. CUIDADO!! Satanás é astuto e esperto. Ele sabe como enganar os eleitos e gerar maldições.
Quando eu tentei escrever este post direto no meu iPhone, ele começou a travar. Quem tem iPhone sabe que ELES NÃO TRAVAM!!! Resolvi então orar, repreender e escrever no meu bloco de notas e colar no post (é o que estou fazendo).
Enquanto eu estava escrevendo, pessoas me chamavam no facebook dizendo que, ao tentarem RETIRAR A IMAGEM DA GIRAFA dos seus perfis, o facebook trava.
O QUE FAZER?
Orem, peçam perdão ao Senhor e digam audivelmente que não aceitam qualquer legalidade espiritual gerada por esta brincadeira. Cancelem tudo no Nome de Jesus.
Dia 31 de outubro (amanhã) é o dia em que comemoram o Halloween, o DIA DAS BRUXAS. Para muitos é só uma festa, mas no satanismo é o ritual mais poderoso, entre as oito festas mágicas do ano, chamado de SHAMAINH, o ritual da noite mais longa do ano. Neste ritual espíritos de morte são autorizados pelo inferno para transitarem pelas ruas. As pessoas que fazem a brincadeira da girafa (e tantas outras) geram legalidades para que esses demônios entrem em suas casas.
REPREENDAM EM NOME DE JESUS.
Divulguem este post para o maior número de pessoas.
Em breve vou colocar algo em meu site 
www.carloribas.com.br
 com explicações e exemplos sobre isso ok?
Deus os abençoe e os livre do mal.
Pastor Carlo Ribas (ex-satanista)
Escritor e conferencista especializado em batalha espiritual

16 de outubro de 2013

Dia das Crianças Com o DEPIN AD de Alexandria RN

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Publicação by Elenice Santos.
















Publicação by Elenice Santos.









20 de setembro de 2013

FIDO DIDO - O QUE SIGNIFICA ESTE NOME?

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Você já ouviu algum cristão dizer que os crentes devem rejeitar o personagem Fido Dido e todas as marcas relacionadas a ele? Eu já, e logo considerei que a declaração de que Fido Dido era o mesmo que "filho do diabo", e que o dono da marca era uma pessoa satanista, seriam mais uma daquelas ondas de lendas urbanas encontrada em uma parte do meio evangélico . Invenção de fanáticos, pessoas compulsivas em procurar mensagens subliminares em tudo. Então, deixei o assunto de lado até hoje, quando a pergunta voltou à baila e fiz uma pesquisa na Internet.

Descobri que o personagem Fido Dido foi criado por Joanna Ferrone e Sue Rose em um guardanapo de papel num bar de Nova York em uma noite de 1985. Elas usaram apenas 15 linhas para criar a face inconfundível daquele rosto numa forma triangular invertida, com pontos no lugar de olhos e do nariz e cabelos arrepiados no topo da cabeça. Deram-lhe personalidade descontraída. A criação visava atingir os consumidores de histórias em quadrinhos, e demorou para cair na graça de todo o mundo. Começou a fazer sucesso apenas nos anos 90.

A filosofia de Fido Dido inspirou o "credo de Fido", um manifesto composto por 37 palavras contendo princípios orientadores, que contém a essência do personagem: Fido é pró fido; Fido não é contra ninguém; Fido é juventude; Fido não tem idade. Fido vê tudo; Fido não julga nada; Fido é inocente; Fido é poderoso; Fido vem do passado; Fido é futuro.

Em minha pesquisa, ainda constatei que tanto Fido quanto Dido são nomes próprios. Dido tem origem no latim, significa fiel. Já o nome Dido pertenceu a uma rainha de Cartago, que ficou conhecida por ser muito alegre, brincalhona e guerreira.

Fido é o sobrenome de uma personagem da série Harry Porter. Também existe uma cantora secular britânica que se identifica como Dido, inspirada na rainha de Cartago.

Cartago foi uma cidade poderosa entre os séculos V e III a.C., destruída em 146 a.C., situava-se na costa da Africa do Norte, na península onde hoje está a cidade de Tunis. Nela, adorava-se Baal Hammon, deus fenício, identificado pelos gregos como Cronos e pelos romanos como Saturno. Baal significa "senhor", entretanto, o significado de Hammon é incerto, sendo possível sua origem no Amón (ou Ammón – o oculto), símbolo do poder criador e "Pai de todos os ventos", na mitologia egípcia. Em seu nome se faziam sacrifícios humanos, "Moloc", como oferenda religiosa. Durante algum tempo associou-se controvérsia a este respeito: os restos humanos encontrados no tofet de Cartago haviam sido atribuídos a restos procedentes de crianças mortas por causas naturais ou a produtos de abortos humanos, ainda que a abundância de restos, a idade da morte das crianças, assim como a presença de restos animais que se supõe eram sacrificados em substituição de algumas crianças, provavelmente filhos de famílias poderosas, praticamente descarta a primeira idéia.

Fido Dido foi marca licenciada para servir de garoto-propaganda da Pepsico, refrigerante 7UP, mas logo foi substituído. Hoje, se transformou na marca de jeans, grife voltada aos consumidores jovens, feminino e masculino.

Fido Dido demonstra alegria e ao mesmo tempo parece desengonçado, não tem o biotipo de galã, não é bonito, não lembra o herói dos filmes de cinema. Tem cabelos arrepiados, não tem força física, mas ao mesmo tempo seu pulsar é forte, passa alegria de viver e sabe celebrar a liberdade. A garotada se identifica. Vê nele um ideal, um elo à questão existencial em que vive, pois a juventude procura autoafirmação enquanto cresce cheia de anseios, com mudanças no corpo e espinha no rosto.

Talvez seja por este perfil que Fido Dido seja um personagem tão querido. Ele cumpre bem o papel de companheiro do jovem complexado, mostra que há dignidade nas faixas etárias infanto-juvenil e adolescente.

E.A.G.

Fonte: Forum Et Petits Annonces, Absolute Astronomy, Wikipedia (versão inglês), Portal de Curiosidades.

15 de agosto de 2013

Filipenses: A fidelidade dos obreiros do Senhor

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Cristão pacificador














Uma das apresentações de Jesus Cristo é assim:

"Porque um menino nos nasceu, um filho se nos deu, e o principado está sobre os seus ombros, e se chamará o seu nome: Maravilhoso, Conselheiro, Deus Forte, Pai da Eternidade, Príncipe da Paz" - Isaías 9.6.

O pecado separa o ser humano de Deus, que odeia o pecado.  Jesus veio ao mundo para acabar com a separação entre o Criador e as criaturas:

"Portanto, lembrai-vos de que vós noutro tempo éreis gentios na carne, e chamados incircuncisão pelos que na carne se chamam circuncisão feita pela mão dos homens; que naquele tempo estáveis sem Cristo, separados da comunidade de Israel, e estranhos às alianças da promessa, não tendo esperança, e sem Deus no mundo. Mas agora em Cristo Jesus, vós, que antes estáveis longe, já pelo sangue de Cristo chegastes perto. Porque ele é a nossa paz, o qual de ambos os povos fez um; e, derrubando a parede de separação que estava no meio, na sua carne desfez a inimizade, isto é, a lei dos mandamentos, que consistia em ordenanças, para criar em si mesmo dos dois um novo homem, fazendo a paz, e pela cruz reconciliar ambos com Deus em um corpo, matando com ela as inimizades" - Efésios 2.11-16.

Jesus Cristo nos deu a paz com Deus:

"Deixo-vos a paz, a minha paz vos dou; não vo-la dou como o mundo a dá. Não se turbe o vosso coração, nem se atemorize" -  João 14.27.

O cristão autêntico imita a Jesus Cristo, pacifica:

"Tende paz entre vós" - 1 Tessalonicenses 5.13.

"Não seja, pois, blasfemado o vosso bem; porque o reino de Deus não é comida nem bebida, mas justiça, e paz, e alegria no Espírito Santo. Porque quem nisto serve a Cristo agradável é a Deus e aceito aos homens. Sigamos, pois, as coisas que servem para a paz e para a edificação de uns para com os outros" - Romanos 14:16-19.

Não convém viver sem paz:

"Porque vos digo que, se a vossa justiça não exceder a dos escribas e fariseus, de modo nenhum entrareis no reino dos céus.

Ouvistes que foi dito aos antigos: Não matarás; mas qualquer que matar será réu de juízo. Eu, porém, vos digo que qualquer que, sem motivo, se encolerizar contra seu irmão, será réu de juízo; e qualquer que disser a seu irmão: Raca, será réu do sinédrio; e qualquer que lhe disser: Louco, será réu do fogo do inferno.

Portanto, se trouxeres a tua oferta ao altar, e aí te lembrares de que teu irmão tem alguma coisa contra ti, deixa ali diante do altar a tua oferta, e vai reconciliar-te primeiro com teu irmão e, depois, vem e apresenta a tua oferta. Concilia-te depressa com o teu adversário, enquanto estás no caminho com ele, para que não aconteça que o adversário te entregue ao juiz, e o juiz te entregue ao oficial, e te encerrem na prisão" - Mateus 5.20-25.

"Quero, pois, que os homens orem em todo o lugar, levantando mãos santas, sem ira nem contenda" -  1 Timóteo 2.8.

Deus não suporta criadores de intrigas entre irmãos:

"Estas seis coisas o SENHOR odeia, e a sétima a sua alma abomina: olhos altivos, língua mentirosa, mãos que derramam sangue inocente, o coração que maquina pensamentos perversos, pés que se apressam a correr para o mal, a testemunha falsa que profere mentiras, e o que semeia contendas entre irmãos" - Provérbios 6.16-19.

Deus se interessa por quem está interessado em promover a paz:

"Quanto ao mais, irmãos, tudo o que é verdadeiro, tudo o que é honesto, tudo o que é justo, tudo o que é puro, tudo o que é amável, tudo o que é de boa fama, se há alguma virtude, e se há algum louvor, nisso pensai. O que também aprendestes, e recebestes, e ouvistes, e vistes em mim, isso fazei; e o Deus de paz será convosco" - Filipenses 4.8-9.



E.A.G.

Cemitério de Missionários

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Uma análise do não ambiente missionário da grande maioria de nossas igrejas e lares.

João Luiz Santiago
Li há meses o relato de um missionário discorrendo sobre as dificuldades de seu ministério na Ásia. Ele atua num país islâmico que, apesar de não completamente fechado ao evangelho, há muitas desistências de obreiros em face das dificuldades encontradas. A região é considerada, em meios missionários, como “cemitério de obreiros” ou “cemitério de missionários”. Sabe-se também de realidades semelhantes em alguns países da América Latina.
Que interessante isso, denominarmos uma região ou área ministerial como “cemitério de missionários” devido as agruras e dificuldades do trabalho. É assim denominada porque muitos obreiros voltam prematuramente do campo, como que mortificando, assim, sua vocação ministerial missionária naquele lugar.
Realmente, a falta de frutos, perseguições, antipatias variadas, sacrifícios pessoais e familiares, etc. são elementos de desânimo e retorno prematuro do campo.
Motivado por isso, gostaria aqui de fazer uma reflexão a respeito.
Entre os indígenas das selvas amazônicas há uma experiência assemelhada, eu diria. Por exemplo, nossos filhos, em nossa experiência ministerial, e de muitos colegas que atuam entre povos indígenas isolados, deixaram de ter o convívio dos parentes, encontros familiares, datas especiais, etc. Nova língua (aliás, duas em nosso caso), cultura (idem), etc. foram desafios no norte do Brasil para nossa família, com uma diferença: sem os confortos de uma cidade e seus recursos e entreterimentos, mas em duas casas isoladas. Uma totalmente de madeira, fincada, literalmente, no meio da selva (1 hora e 15 min. de voo da cidade sede da Missão!), e a outra de pau-a-pique (feita de madeira, barro e areia) nas frias serras ao lado do Monte Roraima. Naquela, água só do rio ou da chuva e, nesta, do poço. Banho? no rio ou de chubalde…
Privações e vida simples foram comuns para nossa família, assim como o é para muitos missionários entre povos indígenas do Brasil, por exemplo. Obviamente, há também muitas vezes certas animosidades por parte do povo alvo, assim como perseguições variadas em suas sutilezas e metodologias oriundas de ONGs de “defesa dos direitos humanos”, órgãos oficiais e outros interesses bastante fortes como os de garimpeiros, madeireiros, fazendeiros, grileiros, etc.
Infelizmente, eu e minha esposa não pudemos ver de forma mais clara, enquanto no campo, o resultado do trabalho de nossas mãos. Outros colegas colheram e estão colhendo, o que outrora fora semeado, o que nos causa grande alegria. Que maravilha ouvirmos de muitos obreiros atuais que estão batizando aqueles que têm entregado suas vidas a Jesus; eu não tive o privilégio de batizar nenhum dos indígenas com os quais trabalhei por 14 anos. Louvado seja o Senhor!!! Aleluias pelo que tem acontecido atualmente, e já há alguns anos.
Pois é, essa é a realidade; é o ministério missionário entre indígenas amazônicos: sacrifícios, isolamento, perseguições, privações, comidas diferentes, insetos, animais peçonhentos, malária, rios encachoeirados, perigos mil… Tudo isso é parte do dia-a-dia de obreiros nas selvas. É inerente ao ministério, pura e simplesmente.
Mas espere! Na verdade, que sacrifícios são estes comparados aos pioneiros que desbravaram há cinquenta, setenta anos atrás aquelas selvas, se embrenhando por elas? Que sacrifícios são estes comparados ao esvaziamento de Jesus quando veio e habitou entre nós???
A expressão, “cemitério de missionários” é mais uma daquelas expressões que em nada contribui para o reino ou para novos missionários se juntarem à tarefa, seja em que campo de atuação for. Conheci obreiros que trabalharam com povos indígenas e que saíram do trabalho frustrados, tristes, desanimados, etc. e nem por isso há um cemitério de missionários nas selvas amazônicas. Aliás, considerando o ministério entre os indígenas do Brasil, especialmente da região da Amazônia Legal, poderíamos tomar emprestada esta expressão para fazer referência às dificuldades, limitações, sacrifícios e outras muitas palavras que descrevem os contextos ministeriais adversos entre esses povos que ali vivem. Mas isso seria bobagem!
A expressão “cemitério de missionários” para que serve??? Serve apenas para o contraproducente, o repelir novos obreiros; serve apenas para afagar a auto comiseração de muitos obreiros, ou o ego de missionários “Indiana Jones” às avessas. Bobagem!
Os cemitérios de missionários, se é que vamos usar tal expressão sensacionalista, estão muito longe dos campos onde os obreiros atuam, seja em que continente for. Cemitério de missionários são púlpitos estéreis de desafios missionários. São púlpitos covardes que não confrontam os membros da igreja para o envolvimento em missões. Isto sim, poderíamos chamar de cemitério de missionários.
Cemitério de missionários são pais egoístas que não liberam seus filhos e filhas para o serviço de Deus. Cemitério de missionários são pastores pequenos, fracos, covardes que não são capazes de abrir a Palavra e afirmar “… assim diz o Senhor…” sobre a necessidade de mais obreiros transculturais.
Cemitério de missionários são escolas de formação teológica onde a teologia é motivo de afastamento dos futuros formandos dos campos. É sabido, e tristemente atestado, que muitos alunos iniciantes sofrem de um acentuado arrefecimento de sua visão e vocação ministeriais missionárias à medida que avançam em seus estudos teológicos. São alvos (eu diria, vítimas) de professores que atribuem à teologia, ou a carreira ministerial, como ascensão acadêmico-social, um quase “plano de carreira academicista”. Por esta razão muitos egressos dessas escolas nem pensam em sair de um grande ou médio centro para plantação de igreja em regiões necessitadas. Nem mesmo pastorear um grupo menor ou mais afastado. Missões de ponta de lança? Nem pensar em tal coisa!!! São obreiros nati-mortos em termos missionários; isto, sim, é cemitério de missionários.
Que coisa triste, lamentável mesmo pois, quem é a “mãe da teologia” senão a revelação e comunicação de Deus a nós, (missões!) que, justamente, é o objeto da teologia?!
É lamentável também vermos igrejas que têm um potencial enorme para suprirem os campos missionários com seus rapazes e moças, mas que se contam nos dedos, quando muito, os que dali saíram para os “…campos brancos para a ceifa”.
Não é pequeno o número de pastores que não conseguem ver além do reino sectário de sua igreja e ou denominação. Há muitos pastores que conseguem motivar os seus jovens para carreiras profissionais, apoiá-los em seus cursinhos e faculdades, orar por eles ao serem aprovados no vestibular ou quando vão morar em outra cidade, estado ou país distantes. Mas não os motivam à carreira ministerial. Para esta última, há uma série de exigências a serem cumpridas para que tenham a aprovação da liderança. Exigências estas muitas vezes absurdas.
Líderes que agem como se fossem os donos da vocação ou do chamado de Deus para suas ovelhas; que tristeza!
Enquanto tal ocorre muitos jovens são arrefecidos em seu entendimento do serviço a Deus. Muitos nem mesmo ouvem de seus líderes, seja do púlpito ou em conversas pessoais, sobre a necessidade de exposição do evangelho entre os povos ainda não alcançados. Não são despertados para a verdade que o alcance desses povos depende do desprendimento de rapazes e moças que se lancem, depois de bem preparados, ao campo missionário.
E o que dizer de pais que projetam nos filhos seus sonhos frustrados de outrora?! Em consequência disso, só conseguem vislumbrar uma carreira secular promissora para seus filhos. Carreira esta que produzirá ganhos materiais e estabilidade financeira, pois não admitem seus filhos como obreiros do Senhor, missionários onde Deus os quiser conduzir. Muitos até mesmo querem fazer dos seus filhos esteios de sua velhice, onde a segurança futura é depositada no bom sucesso de suas crias.
Que desperdício de juventude, criatividade, vigor, inteligência, etc. se observa quando os pais não admitem que seus filhos sirvam ao Senhor. Muitos consideram isso até mesmo vexatório, humilhante, atestado de incapacidade. “-Meu filho, obreiro do Senhor, missionário??? De forma alguma! Ele será alguém na vida”. é a afirmação, normalmente não verbalizada, mas algumas vezes, sim, de muitos pais.
Quanta marginalização por parte de pais egoístas que não conseguem ser motivadores para que seus filhos encontrem plena realização no serviço do Mestre, na obra missionária.
Sim, há muitos cemitérios de missionários em muitos lares de pais crentes mas que pouco confiam no Senhor para a condução e direção dos seus filhos.
Infelizmente, há dois tipos de pessoas, onde os jovens que desejam servir ao Senhor, encontrarão dificuldades de darem cabo de sua vocação e decisão de servirem no campo missionário: os pastores e os pais. Estes por seus, basicamente, egoísmos e medos de deixarem Deus conduzir seus filhos. Aqueles por terem uma visão medíocre e, não raras vezes, orgulhosa, a tal ponto de se constituírem nos donos da vocação de suas jovens ovelhas.
Precisamos, obviamente, reverter este triste quadro, tanto o pastoral/eclesiástico quando o paterno/familiar. A obra missionária que está diante de nós não comporta pensamentos e atitudes tão pouco visionárias, egoístas e medíocres. A obra missionária a ser feita só poderá, efetivamente, acontecer com nova mão de obra. E esta se encontra, exatamente, dentro de nossos lares e de nossas igrejas.
Ser um engenheiro, médico, advogado, dentista, militar, etc. qualquer um pode ser e desempenhar uma ótima profissão, com testemunho relevante no tecido social onde trabalhará. Mas um obreiro de Deus, um missionário de dedicação exclusiva ao serviço do Senhor, é tarefa apenas para aquele que persistentemente assim decidir e lutar. Que não se conforma com o cemitério que há ao redor de si, em sua igreja e ou lar.
Estes lutarão e insistirão já em sua própria casa e igreja, pois são, geralmente, nesses ambientes onde encontrarão as primeiras e mais fortes contrariedades para prosseguir.
Muitos pastores e pais, em flagrante reflexo de falta de visão e compromisso sério e visionário com Deus, serão os primeiros a tentarem (e muitos o conseguirão) demover suas ovelhas e filhos dessa “loucura” de querer ser missionários.
Nossa família, filhos e nossas ovelhas são instrumentos do Senhor para o alcance dos perdidos sem o conhecimento de Deus. Mas para que nós, pais e pastores, saibamos conduzir tais instrumentos a efetividade ministerial, necessitamos usar mais adequadamente a autoridade que o Senhor nos delegou. Usá-la com visão larga e aberta das necessidades e oportunidades do campo missionário. Usá-la debaixo da dependência do Senhor desses campos e do Seu desejo em alcançá-los. Usá-la de forma menos egoísta e marginal, a fim de que nossas ovelhas e filhos vejam em nós o entendimento de serem eles a resposta de Deus aos campos.
Queridos, precisamos abrir mão dessa potencial mão-de-obra; precisamos dar direcionamento bíblico abalizado a ela; precisamos ser melhores mordomos das ovelhas de nossas igrejas e filhos de nossos lares.
Não podemos ser pás que trabalham com a morte num cemitério de missionários em nossas igrejas e lares.
Que sejamos aqueles que trabalham com a “puericultura missionária”. Aqueles que promovem e asseguram o nascimento e o desenvolvimento de visões saudáveis naqueles que o Senhor nos deu a liderar.
Que O Senhor nos ajude. E Ele assim quer!
Juntos com Jesus, o Missionário por excelência,
João Luiz Santiago

O apóstolo Paulo e a administração da coleta de dinheiro na igreja

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Por Eliseu Antonio Gomes


Observação:

1. Eu, Eliseu Antonio Gomes não sou pastor; 
2. Não sobrevivo com dinheiro arrecadado em igrejas (e não critico quem sobreviva); 
3. Devido aos dois pontos acima me sinto totalmente livre e desimpedido para defender o salário pastoral.

Paulo pregou contra pecados. E um desses pecados era o pecado da preguiça. Pediu que os cristãos de Tessalônica não convivessem com preguiçosos e que quem não quisesse trabalhar não deveria querer comer (2 Tessalonicenses 3.6-13). Este trecho bíblico é usado com interpretação errada contra quem exerce o ofício de pastor em tempo integral e é remunado para a função.

Sobre pastores preguiçosos escrevo logo mais em outro parágrafo deste artigo.

É um grande preconceito pensar que o exercício pastoral não seja trabalho. É trabalho tão ou mais digno que o trabalho secular, pois o pastor evangélico prepara almas para entrar no céu, enquanto que quem se ocupa de tarefas dessa vida lida com o que é passageiro aos olhos de Deus, coisas que um dia serão incineradas pelo fogo do Senhor, se não perecerem antes com os desgastes naturais (2 Pedro 3.7,12).

Há gente preconceituosa que olha para a figura pastoral sem lembrar que o próprio Jesus Cristo estabeleceu tal função nas igrejas, para o bem coletivo: "E ele mesmo deu uns para apóstolos, e outros para profetas, e outros para evangelistas, e outros para pastores e doutores, querendo o aperfeiçoamento dos santos, para a obra do ministério, para edificação do corpo de Cristo; até que todos cheguemos à unidade da fé, e ao conhecimento do Filho de Deus, a homem perfeito, à medida da estatura completa de Cristo" - Efésios 4.11-13.

Gente preconceituosa não considera que os pastores são pessoas vocacionadas, que oram pelos membros da Igreja, aconselha-os, ajuda-os em momentos complicados, estudam a Bíblia para compor o sermão que servirá de alimento para os ouvintes da sua pregação. E, injustamente, dizem a eles: "vão trabalhar, esqueçam o ganho fácil com os dízimos e ofertas!".

Críticos do recebimento de dinheiro como salário pastoral, usam a descontextualização bíblica e histórica para atacar pastores. Afirmam que o ganho não tem aprovação de Paulo, que o apóstolo nos deixou doutrina contrária à coleta de dinheiro com objetivo de que uma parte dela servisse como salário aos pastores. Os tais não ponderam que na Bíblia Sagrada encontramos textos normativos e textos narrativos. Encontramos a narração bíblica informando que Paulo trabalhou construindo tendas, mas não recebemos orientação na parte normativa solicitando que as lideranças seculares tenham ocupação em atividade secular. Pelo contrário, a norma bíblica apresentada por Paulo recomenda aos cristãos liderados que sustentem financeiramente o seu líder. 

Jesus e o trabalho de carpinteiro 

Dias atrás, alguém dirigiu-se a mim dizendo que eu defendia o salário de pastores porque eu era um deles. E  continuou seu desfile de equívocos ao usar Isaías 53, como base de contestação à remuneração pastoral.

Ora, essa pessoa não sabe, ou se fez que não sabia, o seguinte:

Jesus Cristo trabalhou como carpinteiro. Mas precisamos lembrar também que Ele ao completar trinta anos, a idade de maioridade civil naquela sociedade judaica de então, tomou rédeas de sua vida, afastou-se do lar e abandonou a profissão para ser pregador das Boas Novas do céu. E além disso, convidou mais doze homens a seguirem em sua jornada abandonando suas profissões. Por três anos e meio o grupo de Jesus sobreviveu às custas de ofertas de seguidores, inclusive mulheres (Lucas 8.3).

Portanto, pastores evangélicos sustentados pela membresia de congregação são imitadores de Cristo, sim. Quem alega o contrário é desonesto ou erra pela falta de conhecimento bíblico.

Paulo e a fabricação e venda de tendas  

Em Atos 20, encontramos a narrativa de uma reunião de obreiros que Paulo dirigiu em Mileto. Ele conta fatos vividos em viagens, experiências de perseguição religiosa, profecias sobre seu futuro. E comenta que não cobiçou riquezas das pessoas que ouviram sua pregação, que era uma pessoa que mantinha ofício secular para sustentar-se.

Ao observar textos narrativos, como é o caso de Paulo, construtor de tendas, devemos ter o cuidado de analisar os contextos histórico e bíblico. Quanto a questão histórica, lembremos que Paulo agia como missionário, era um viajante. Não é possível fazer um paralelo com o cargo de um pastor que viva no tempo atual dentro de estruturas eclesiásticas já estabelecidas na função de líder em uma comunidade. Paulo chegava em localidades onde não havia estrutura de uma comunidade cristã estabelecida. Ora, como sobreviver de ofertas assim? Ele sobrevivia com seu labor pessoal em tarefas seculares e esperava o apoio de cristãos de igrejas distantes, gente cristã disposta a patrocinar sua missão (Filipenses 4.15-16). E após a nova comunidade cristã estar estabelecida, ensinava os membros sobre o dever da contribuição financeira e partia para outros horizontes, empossando sobre elas uma liderança local (2 Corintios 9.4-12; Tito 1.5-9).

O apóstolo anuncia que há dignidade em o pastor receber salário cuja origem seja a arrecadação de dinheiro da igreja. O texto normativo de Paulo: "Dígno é o obreiro do seu salário" - 1 Timóteo 5.18. 

Existe registro no Novo Testamento informando que Paulo recebeu ofertas para seu sustento:

"Não que procure dádivas, mas procuro o fruto que cresça para a vossa conta. Mas bastante tenho recebido, e tenho abundância. Cheio estou, depois que recebi de Epafrodito o que da vossa parte me foi enviado, como cheiro de suavidade e sacrifício agradável e aprazível a Deus." - Filipenses 4:17-18. 

Imitadores de Jesus

Aqueles que são contrários ao salário pastoral também se utilizam equivocadamente de 1 Corintios 11.1 , quando Paulo solicitou aos cristãos que conviviam com ele que o imitassem. Mas quem faz uso dessa passagem nem se quer presta atenção no versículo em si. Paulo pediu para ser imitado em seu propósito de ser um imitador de Jesus Cristo. O advérbio "assim/como" (ARC, ARA) nos faz entender que precisamos imitar a Jesus, tão-somente. Ou seja, todos os cristãos precisam imitar a Cristo do mesmo modo que o cristão Paulo imitava.

Conclusão

Paulo não só era uma liderança, mas a maior entre todas lideranças de missionários que o cristianismo conheceu. Jamais devemos criticar qualquer liderança que faça o mesmo que Jesus Cristo e Paulo fizeram, trocar a profissão secular pela liderança do ministério cristão e receberem sustento por desempenhar ofício espiritual.

Enfim, é correto dizer que o obreiro é digno de seu salário. É honesto que o pastor evangélico receba e viva de salário da igreja. É certo esperar que o pastor assalariado desempenhe serviço espiritual em favor da congregação que lidera. É natural esperar que o pastor assalariado esteja disposto a visitar os membros, orar por eles, ter sempre horário disponível em sua agenda para receber o congregado em seu gabinete. É justo que o líder, mensalmente, preste contas aos ofertantes e dizimistas sobre o destino de valores financeiros arrecadados. É sensato que o liderado, o congregado, despreze pastores que não cumprem tais expectativas de ofertantes e dizimistas. É ato inteligente o congregado afastar-se do ministério de pastores omissos e ociosos e partir para outro ministério em que haja pastor evangélico responsável e trabalhador, devidamente enquadrado com a Palavra de Deus no que tange à clareza no trato com o dinheiro.

Obedeça e sujeite-se apenas ao pastor que vela por sua alma, mas não tenha o mesmo apreço por quem se diz pastor e não viva como tal (Hebreus 13.17).

E.A.G.

Veja mais: Ofertas como salário do pastor

4 de agosto de 2013

Participe Você Também!!!!

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VIII COMADA
Congresso de mocidade da Assembléia de Deus em Alexandria.
Dias 17 e 18 de Agosto 2013.


27 de julho de 2013

Feliz Aniversário... Filha, Amiga... SAMMY

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Felicidades para você, por este dia tão especial que é o seu aniversário.

Parabéns, que possa ter muitos anos de vida, abençoados e felizes, e que estes dias futuros sejam todos de harmonia, paz e desejos realizados.

Que seu coração, esteja sempre em festa, porque você é um ser de luz e especial para mim.

Felicidades pelo seu aniversário.

Que seu caminhar seja sempre premiado com a presença de Deus, guiando seus passos e intuindo suas decisões, para que suas conquistas e vitórias, sejam constantes em seus dias.

Parabéns por hoje, mas felicidades sempre.

Feliz Aniversário Francinildo.

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Meu amor estou muito feliz hoje,
cheia de alegria por saber que você está fazendo mais um aniversário,
eu quero desejar tudo de bom pra você,
que continue sendo esse encanto de pessoa que me conquistou
e que mexe profundamente comigo e me faz feliz sempre,
quero lhe dizer que me sinto muito bem por estar ao seu lado.

Que você seja sempre feliz,
realizando seus sonhos e que eu esteja junto a você
aplaudindo de pé todas as suas vitórias,
outros aniversários viram e eu quero estar junto de você,
compartilhando momentos, sonhos e te amando.

Parabéns, o aniversário é seu mais eu estou roubando
um pouco dessa felicidade através do seu carinho,
dessa sensação gostosa que você faz brotar em mim.

Que esta data lhe traga alegrias, satisfação e sonhos realizados,
obrigada por estar comigo nesta data tão importante.

Te Amo Muito, te peço que sempre me olhe
e me veja na direção dos seus caminhos e da sua felicidade.

Feliz Aniversário meu querido.

Seja muito feliz!!!

29 de junho de 2013

Dez Princípios Para as Crianças Serem Felizes e Bem Sucedidas

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'O maior desejo dos pais e educadores em relação a suas crianças é que elas sejam felizes e bem sucedidas. Para alcançar este alvo as crianças precisam de algo simples que foi tirado de muitas delas: elas precisam de pais. Pais presentes que se dediquem a elas. Pais que amam e educam dando liberdade e limites com equilíbrio. Pais que lhes peguem pela mão e lhes ensinem o caminho em que devem andar (Provérbios 22.6), lembrando que o caminho se faz caminhando, e não apenas falando. A Bíblia diz qual é este caminho: “Se você quer ter sucesso em tudo o que vai fazer, seja obediente a todos os pontos da Lei, sem nenhum desvio para cá ou para lá. Não se canse de lembrar ao povo as leis deste Livro, e você mesmo trate de meditar nelas todos os dias e todas as noites, para ter certeza de que está sendo obediente em tudo o que está escrito. Só assim você poderá ter sucesso.” (Josué 1.7-8 – Bíblia Viva.)Pesquisadores sobre aprendizagem reafirmam que o bom desempenho dos alunos nos estudos está ligado ao apoio dos pais. Cláudio de Moura Castro afirma que pesquisas “sobre o sucesso dos países do Leste Asiático em matéria de educação, mostram que tudo começa com o desvelo da família e com sua crença inabalável de que a educação é o segredo do sucesso. Países como Coréia, Cingapura e Taiwan não gastam muito mais do que nós em educação. A diferença está no empenho da família, que turbina o esforço dos filhos e força o governo a fazer sua parte.
“Muitos pais brasileiros de classe média achincalham nossa educação, mas seu esforço e sacrifício pessoal tendem a ser ínfimos. Quantos deixam de ver TV para assegurar-se de que seus pimpolhos estão estudando? Quantos conversam frequentemente com os filhos? As pesquisas mostram que tais gestos têm impacto enorme sobre o desempenho dos filhos.” (9) Revista Veja, Ed Abril, novembro de 2004.
Conheço mães e pais que chegam em casa cansados do trabalho e separam tempo de qualidade para olhar os cadernos dos filhos, conversar ou brincar com eles, ou seja, eles estão educando, influenciando seus filhotes. Trabalhei com uma psicóloga que tinha que se desdobrar como mãe e pai, e ela fazia isto com a maior competência. Ela chegava em casa após um dia inteiro de trabalho, e se dedicava a seu filho: olhava a casa, os cadernos, ajudava seu filho a preparar o material e passavam um tempo juntos.
Sucesso nos estudos e na vida de uma maneira geral está ligado a uma educação presencial, não dá para ser pai e mãe à distância, como dizia um comercial da TV: “não basta ser pai, tem que participar.” A saúde emocional, espiritual e física depende dos cuidados de pais amorosos e prontos a cumprir os princípios divinos em suas famílias.
Sendo pai ou professor, você pode sim, minimizar os problemas que o tempo longe das crianças pode trazer: conversando pelo telefone, dando atenção de qualidade a eles quando estiverem juntos, orando por e com elas, sendo amigos, elogiando, corrigindo sempre que necessário – sem deixar que a culpa por estar pouco tempo com elas lhe impeça de discipliná-las. Não deixe de estabelecer limites para suas crianças só porque você passa pouco tempo com elas. Mas por outro lado, não use seu tempo todo brigando e xingando seus pequenos. Eduque conversando, influenciando, estando ao lado. Façam alguma atividade juntos, como fazer um bolo ou simplesmente escovar os dentes e arrumar as camas. Podemos tornar essas ocasiões agradáveis e preciosas conversando sobre as coisas que aconteceram durante o dia que passaram, falando das tristezas e alegrias de cada um, sabendo que por meio destes simples momento estamos ensinando através de nosso estilo de vida, pois o seu exemplo é o maior ensino. É isto que Deuteronômios 6.7 nos diz: “Ensine seus filhos andando pelo caminho, ao deitar-se, ao levantar-se”- isto quer dizer a todo o momento.
A maior força da educação está nas pequenas coisas, nos gestos e nas palavras do dia-a-dia, onde às vezes não percebemos, pois educar é se relacionar com o outro, e isto acontece na maioria das vezes de maneira informal. Aproveite cada minuto na presença de suas crianças e das pessoas que são preciosas para você! Ame-as e demonstre esse amor. Já que nosso tempo é tão curto e tão precioso, aproveite cada minuto da vida para amar mais e se deleitar em seu jardim, pois um jardineiro cuida de seu jardim pelo prazer que tem de estar nele, de ver seus frutos e flores por vir, de sentir os perfumes que ele exala.
Às vezes me assusto com o poder que é dado aos pais e educadores de crianças pequenas. Você não se assusta? Temos em mãos as sementes para plantar um novo ser. Gosto de semear princípios, pois eles são as fontes que movem nossas ações. Princípios são valores que, se semeados na primeira época da vida, direcionam o desenvolvimento posterior, que estará subordinado a eles. Princípios não morrem, são como sementes. Às vezes parecem que morreram, mas estão adormecidas, debaixo da terra, e um dia brotam, é claro que dependem das condições necessárias para romper a terra. Assim é com os bebês, tudo é novo para eles e para as crianças pequenas, até que alguém lhes apresente: a maneira de ver as formigas, as flores, uma galinha e até uma barata, dependem de como estas lhes são apresentadas.
Na Coréa do Sul, por exemplo, as crianças vêem os cachorros como uma possível refeição; eu não posso nem pensar em comer meu cachorrinho! Isto também ocorre com a maneira de lidar com o amor, o erro, a dor, a alegria, enfim, com a vida. A maneira de lidar com a vida vai depender das sementes que foram plantadas na infância, do tipo de solo e das condições que elas tem para se desenvolver. É isto o que me assusta, é muita responsabilidade e também uma grande oportunidade que as pessoas que cuidam de crianças têm. Princípios são sementes. Que sementes você tem lançado?
Cada família tem os filhos que produz, assim como na sua grande maioria, os alunos reagem de acordo com o estilo da aula e do temperamento do professor. Por exemplo, você pode ensinar a criança a fazer por merecer ou dar a ela tudo o que pede ensinado-a assim o falso conceito de que na vida é tudo muito fácil. Isto aconteceu com o filho de Vânia, que queria dinheiro de qualquer jeito: “- Mãe vamos naquela máquina do banco pegar dinheiro.” A mãe lhe disse que temos que trabalhar para receber dinheiro, pois ele não brota das máquinas simplesmente. E teve uma conversa sobre o assunto com o garotinho. Na outra noite, ao chegar do trabalho o menino veio todo animado dizendo: “-Mãe eu trabalhei e ganhei um real! Ajudei o vovô a carregar uns caixotes e ele me pagou.” Cada família ou professor colhe as sementes que planta e cultiva. Como são suas crianças? Está na hora de um exame. É preciso urgente voltar aos princípios que a Palavra de Deus nos dá para a educação das crianças! Princípios que foram abandonados por muitos pais e educadores trazendo assim, enormes prejuízos a esta geração. Como provavelmente você tem pouco tempo, resumi os princípios bíblicos para a educação das crianças, formulando assim dez princípios para as crianças crescerem felizes e bem sucedidas. Que tal colar a lista abaixo no espelho ou na agenda?
Princípio nº. 1: Os pais são os responsáveis pela educação das crianças. Ef 6.4 e Dt 6.7.
Princípio nº. 2: Apascente o coração das crianças que estão sob sua responsabilidade. Jo 21.15.
Princípio nº. 3: Ame as crianças, incondicionalmente. 1 Jo 4.7-20.
Princípio nº. 4: Dê liberdade e limites com equilíbrio. 2 Tm 1.7.
Princípio nº. 5: Discipline-as quando necessário, usando os métodos adequados a cada ocasião; isto é estabelecer limites. Pv 6.23.
Princípio nº. 6: Desenvolva o pensamento e a capacidade de tomar decisões fundamentadas nos princípios de Deus; isto é dar liberdade. Tg 1.25.
Princípio nº. 7: Quando caírem ensine-as a levantarem de novo e a aprender com os erros. Sl 37.24.
Princípio nº. 8: Atenda as necessidades de cada etapa do crescimento. Lc 2.52.

Princípio nº. 9:
Seja o exemplo que elas procuram. 1 Co 11.1.
Princípio nº. 10: Crianças são flechas, eduque-as para serem lançadas na vida e acertarem o alvo. Sl 127.3-5 e Rm 8.29.
Agora vá em frente! A Bíblia diz: “Seja forte e corajoso! Não se apavore, nem desanime, pois o Senhor, o seu Deus, estará com você por onde você andar.” Josué 1.9; NVI. A tarefa não é fácil, mas acredite, vale a pena investir em crianças! O Senhor Deus está com você e lhe diz: “Eu o instruirei e o ensinarei no caminho que você deve seguir, eu o
aconselharei e cuidarei de você.” Salmos 32.8; NVI.
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