16 de setembro de 2012

Parabéns Emiliee Kezia pelos seu Aniversário!

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Presente para toda vida,
nunca mais solidão!
Anjinho abençoado,
pureza de coração.

Linda jóia rara,
razão do meu viver.
Quero viver repetindo:
- Eu amo amar você!

Deus te pôs na minha vida,
para trazer felicidade.
Viveremos sempre juntos,
com muita cumplicidade.

Luz e esperança!
Coração cheio de amor!
Riqueza que veio dos céus!
Presente de Nosso Senhor!

Feliz Aniversário Emiliee Kezia
De Seu Papai que te ama muito: Francinildo Silva,
Da mamãe Elenyce Santos
e do seu irmãozinho Felipe Hidequel

Te Amamos muuuiiito Cantorinha de Jesus!
Minha Familia Um Projeto de Deus

13 de setembro de 2012

Uma Festa de Casamento

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Uma Festa de Casamento
(Jo 2,1-11)
Introdução
Queremos partilhar com os leitores a beleza e a profundidade do conhecido episódio de Caná, narrado por João em seu Evangelho. Trata-se de uma festa de casamento.
É sabido que as núpcias eram símbolo da aliança entre Deus e o seu povo (Os 2,16-25; Is 1,21-23; Jr 2; Ez 16). Neste sentido, o texto, da festa de Caná (Jo 2,1-11), nos apresenta uma passagem da antiga para a nova aliança.
Os versículos um e dois (1 e 2) servem de introdução e alusão ao significado genuíno deste acontecimento.
O fato de Maria já estar na festa (cf. 2,1) significa que ela pertencia à antiga aliança. Em vez, “Jesus e os seus discípulos foram convidados às núpcias” (2,2), isto é, eles não pertenciam à antiga aliança. Na seqüência iremos perceber que a chegada de Jesus e seus discípulos criou um novo dinamismo na festa. O que equivale dizer que, de fato, começou ali a atividade de Jesus, do Messias.

1- A Falta de Vinho

“Acabou-se o vinho e a mãe de Jesus lhe disse: ‘Eles não têm vinho’. Respondeu-lhe Jesus: ‘Que queres de mim, mulher? Ainda não chegou a minha hora’. A mãe disse aos serventes: ‘Fazei o que ele vos disser’” (2,3-5).
Nestes versículos aparecem explicitamente a falta de vinho e a intervenção da mãe.
O vinho, “elemento indispensável nas núpcias”, era “sinal de alegria” e “simbolizava o amor entre o esposo e a esposa”. Portanto, a falta de vinho é a evidência de que, na antiga aliança (representada pelas núpcias) não existe mais relação de alegria e amor “entre Deus e o povo”.
Quanto à intervenção da mãe é importante notar que ela não chama a Jesus de filho e nem ele a reconhece como mãe, mas como mulher. Esta aparente distância entre a mulher que intervém e Jesus que responde, demonstra a ruptura entre a antiga e a nova aliança. Jesus deixa claro “que aquela aliança caducou e não será revitalizada; sua obra não se apoiará nas antigas instituições, mas representa novidade radical”. Nem a ele nem a ela compete a intervenção numa aliança sem amor, sem alegria e sem vida.
A expressão de Jesus “Ainda não chegou a minha hora” correlaciona “a novidade radical que ele traz” com o momento futuro da sua paixão, morte e ressurreição. A nova aliança não pode acontecer de imediato, mas depende de uma caminhada a ser feita que culminará com a Cruz.
Ao dar a ordem aos discípulos, “Fazei o que ele vos disser”, a mãe (mulher) revela não conhecer os planos de Jesus, no entanto “afirma que se deve aceitar o seu programa sem condições e estar preparado para seguir qualquer indicação sua”. Descobrimos aqui o papel da mãe como representante da pequena parte de Israel que ainda permanecia fiel a Deus e acreditando na espera messiânica.

2- As Talhas Vazias

“Havia lá seis talhas de pedra destinadas à purificação dos judeus; cabiam uns cem litros cada uma” (2,6).
Ao iniciar com a expressão “havia lá”, o texto acentua a estaticidade e a fixidade das talhas.
Biblicamente, sabemos que o número que representa a perfeição e a plenitude é o sete (7). Portanto, ao dizer que “havia lá seis talhas” se afirma que as talhas que lá estavam, além de estáticas e fixas, eram também imperfeitas e incompletas.
“O determinativo ‘de pedra’ evoca imediatamente as tábuas ou lousas de pedra em que foi escrita a Lei”. Assim sendo, as talhas de pedra simbolizam “a Lei de Moisés, código da antiga aliança”. Evidencia-se, deste modo, a rigidez da Lei e a sua inflexibilidade.
A finalidade das talhas era a purificação dos judeus. Todavia, o versículo seguinte apresenta Jesus pedindo para encherem as talhas, do que se presume estarem vazias. Mais uma vez a Lei é ineficaz, é só por fora, dentro não tem nada. Com isto, podemos afirmar que a Lei (representada nas talhas), além de estática, inflexível e incompleta, também era vazia e ineficaz à renovação da vida e da relação do homem com Deus.

3- O Vinho Novo

“Jesus lhes disse: ‘Enchei as talhas de água’. Eles as encheram até as bordas. Jesus lhes disse: ‘Agora tirai um pouco e levai ao mestre-sala’. E eles levaram. Quando o mestre-sala provou a água transformada em vinho (sem saber de onde procedia, embora os serventes soubessem porque haviam retirado água), dirigiu-se ao noivo e lhe disse: ‘Todos servem primeiro o vinho melhor (...) Tu guardaste até agora o melhor vinho’” (2,7-10).
A ordem de Jesus para encher as talhas “indica que ele oferecerá a verdadeira purificação”. Se a Lei não podia purificar, a partir de agora, Jesus vai purificar. No entanto, Jesus não vai purificar com água (ineficaz) que só lava por fora, mas sim com vinho novo que penetra no interior da pessoa. A purificação que Jesus oferece é eficaz porque acontece por dentro e em plenitude.
Jesus pede para levarem ao mestre-sala, que representava os dirigentes religiosos. Por sinal, o mestre-sala nem sabia da falta de vinho, isto é, da necessidade do povo, da falta de amor na relação com Deus.
Outro detalhe importante está no versículo nove (9), que mostra, que a água se converteu em vinho depois de retirada das talhas. Com isto, podemos afirmar que a novidade radical de Jesus (vinho novo = amor e alegria verdadeiros) não depende da antiga Lei (talhas).
Se o vinho é o símbolo do amor, então o que Jesus dá é “a relação de amor entre Deus e o homem que se estabelece na nova aliança, relação direta e pessoal, sem intermediários”. Deste modo, “o amor como dom é o Espírito (1,16.17) e é ele quem purifica”. Este vinho do Espírito cria na pessoa uma nova condição. Sem dúvida, “esta é a Lei da nova aliança, não código exterior, como a antiga, mas vinho que penetra no interior do homem e o transforma, a Lei escrita no coração” (Jr 31,33; Jo 1,17).
A frase “tu guardaste até agora o melhor vinho” (2,10) salienta “a superioridade do vinho novo e a surpresa de que o novo seja melhor do que o antigo”. Jesus inaugurou um era superior à passada. A qualidade da nova aliança é inegável, pois, até o mestre-sala (representante dos dirigentes religiosos) sentiu a diferença, embora não a compreendeu. O fato de achar estranho e não entender o porque do vinho melhor ter ficado por último revela que os líderes religiosos dos judeus não estavam abertos à mudança, à novidade messiânica. E no entanto, a verdade é esta mesmo, Jesus chegou para mudar tudo, para fazer diferença. Ele é o Messias, o inaugurador da nova aliança.

Conclusão

“Em Caná da Galiléia Jesus fez este primeiro sinal, manifestou sua glória e os discípulos creram nele” (2,11).
A bem da verdade, este versículo apresenta a interpretação do evangelista quanto ao episódio da festa de Caná.
Ao dizer que este foi o “primeiro sinal” João “anuncia uma série de sinais que realizará Jesus”, conforme poderemos constatar ao longo do seu Evangelho.
O sinal da nova aliança, segundo o texto, é a manifestação da glória e a razão pela qual os discípulos passaram a crer em Jesus. Retomando o prólogo (1,14), a manifestação da glória é a revelação do pleno amor de Deus em Jesus. É a nova relação entre Deus e o homem, pautada no amor, na alegria e na gratuidade. Os discípulos reconheceram este amor de Deus, manifestado em Jesus, por isso, aderiram à pessoa do Messias.
Saltando aos tempos hodiernos é oportuno questionar:
- como está nossa relação com Deus, a nível pessoal e comunitário?
- buscamos uma transformação interior ou apenas nos preocupamos com as mudanças externas?
- que tal experimentar um vinho novo, que purifica por dentro?
Também hoje, nossas festas precisam de vinho novo para que nossa alegria seja verdadeira e plena.
Vinho novo, novo amor...
Vinho novo, nova aliança...
Vinho novo, nova alegria...
Vinho novo, transformação interior...

Faça o Amor Funcionar no seu Casamento

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Faça o Amor Funcionar no seu Casamento

Beverly and Tom Rodgers

Muitos casais não sabem o que esperar do casamento porque não têm idéia do que virá a
seguir. Eles têm um sentimento de pânico, ou mesmo de ruína, quando o relacionamento
muda. Para entender os estágios do casamento e estabelecer metas para o estágio final,
os cônjuges podem trabalhar nos estágios difíceis e encontrar realização e alegria um no
outro.

Os estágios do casamento:

Estágio do Amor Romântico.

Este estágio é altamente emocional e cheio de projeções positivas. Um quer ver o
outro todo tempo, e se vêem como resposta aos problemas um do outro. Seu
“escolhido” não pode errar. Este estágio é ilusório.

Estágio da Luta pelo Poder.

Quando o convívio se torna rotineiro, os cônjuges vêem que o amor tem um lado
negativo. Você passa a perceber que o seu cônjuge intencionalmente não supre
suas necessidades e logo surgem discussões por causa da tampa da pasta de
dentes, finanças e quantas vezes tiveram sexo no último mês. As reações são fortes
neste período e muitas coisas são ditas para magoar e pouco ou quase nada
ajudam na edificação do relacionamento. Cada questão se torna uma luta pelo
poder. Muitos casais ficam neste estágio por anos e anos

Estágio do Despertamento.

Este se dá quando os cônjuges passam a se conhecer exatamente como são. Ao
invés de culpar o outro, a pessoa vê o papel que desempenha dentro dos
problemas conjugais. Você honestamente avalia você mesmo e o seu próprio
comportamento. Este pode ser um estágio assustador para casais. Parece que as
coisas pioram antes de melhorar. Avaliar honestamente a si mesmo, e seu cônjuge,
pode causar desconforto, ansiedade e até medo.

Estágio da Transformação.

Neste estágio as coisas começam a mudar. Os dois começam a usar certas
habilidades e ferramentas para mutuamente se ajudarem numa melhor interação.
Novas idéias sobre seu cônjuge são formadas, sendo estas realistas e
benevolentes. Você se concentra mais no casamento e quer o melhor para o seu
cônjuge e o casamento.

Estágio do Amor Realista.

Esse é o estágio que faz todas as crises terem valido a pena. O casal tem
conhecimento, aceitação, apreciação, e gratidão um pelo outro. Você cria um
ambiente seguro para o compartilhar mútuo ao dar para o seu cônjuge um amor
incondicional.

Beverly e Tom Rodgers fundaram o Rodgers Christian Counseling . Beverly recebeu seu mestrado em aconselhamento na Northern Illinois University e Tom fez seu mestrado nas universidades de Azusa Pacific e North Carolina.


12 de setembro de 2012

Proclamem Dos Telhados: “Olhe Para o Seu Irmão e Diga: I LOVE YOU!” (Digo ...

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Proclamem Dos Telhados: “Olhe Para o Seu Irmão e Diga: I LOVE YOU!” (Digo ...: Foto retirada do [Blog do Ciro]: "cirozibordi.blogspot.com.br"

Foto retirada do [Blog do Ciro]: "cirozibordi.blogspot.com.br"
Tenho encontrado dificuldades em tolerar este tipinho de evangelho barato e decaído que com uma frequência cada vez maior tenho ouvido nas igrejas evangélicas: bordões, chavões, modismos e invencionices que em nada lembram a proclamação do verdadeiro evangelho (você não sabia? então não tá indo pros cultos). E o pior é que tem muito crente pensando que isso é palavra de Deus (AFF!). Em um passado não muito distante as pregações nos púlpitos das Assembléias de Deus eram proeminentemente centradas na pessoa de Cristo Jesus e em seu sacrifício expiatório. Infelizmente algumas das nossas igrejas estão enfatizando hoje os dízimos e as ofertas, que pena (Que horror!) Mas ainda há igrejas Assembléias de Deus que permanecem leais ao evangelho e fieis ao ideário dos pioneiros.
Conversando com uma idônea senhora (uma crente das antigas) descobri que nossa igreja na cidade de Goiana, Pernambuco, fora certa vez visitada pelo missionário sueco Eurico Bergstén. Na descrição que fez do ilustre missionário (que reunia em si características de um verdadeiro apóstolo) utilizou as seguintes palavras: “Não gritava, expunha o evangelho de Deus com autoridade”. Percebi que para ela (diferente do que pensam boa parte dos crentes de hoje) gritar no púlpito simulando pregar o evangelho não é sintoma de autoridade, no que concordo. Tive o privilégio de ouvir gravações do também missionário sueco Nels Nelson e percebi que ele não gritava ou esbravejava em suas pregações, mas proclamava o evangelho da paz de modo claro, simples e objetivo; diferente dos pregadores da atualidade que ganham a ‘plateia’ à base do grito (Ih, coitado!).
Estão trocando o evangelho da glória de Deus por ‘evangélido’ barato, mesquinho, diluído e repleto de modismos e invencionices. Faz pouco tempo a ‘onda’ era se vestir de modo semelhante a um pregador famoso (aquele dos olhos de gato, cabelo espichado e sobrancelhas feitas) e pedir fundo musical para a pregação (pra comover a 'galera' que é muito emotiva e bem receptiva a essas inovações). Agora é tal de “olhe para o seu irmão e diga...” que alguns pregadores de algumas igrejas Assembléias de Deus estão aderindo (cuidado pregadores!). Mas os modismos não param por aqui. Uma nova ‘onda’ já está invadindo a denominação: é o tal do “abrace o seu irmão e diga...”. E ainda, “aperte a mão do seu irmão e diga...” (AFF!). Não é suficiente ‘dizer pro seu irmão’? Ou ‘apertar a mão do seu irmão’? Ainda tem que abraçar e dizer uma besteira qualquer pra ele? Nada contra gestos (puros) de afetividade, mas temo que isso saia de controle (já não saiu?) e tenha que ouvir de algum entusiasmado pregador:

“E agora, olhe bem dentro dos olhos do seu irmão, dê um beijinho nele e diga: I Love You”.
DEUS QUE ME LIVRE! Prefiro ser tachado de retrógrado, chato, esnobe e rebelde (quantas vezes...) a ter que beijar algum marmanjo! Bom mesmo é beijar a Rebeca. Deixo aqui meu voto de protesto contra os modismos e invencionices que ameaçam a igreja do Senhor Jesus: macumba evangélica, profetada, mantos, gruta dos milagres, toalhinha, rosa ungida, copo com água... (Ufa! Vou parar por aqui senão terminarei jamais o artigo). Protesto contra toda sorte de parafernália utilizada pelos mercenários para tirar mais e mais dinheiro dos fiéis, ensinando-os toda sorte de baboseira e conduzindo-os, consigo, ao inferno.  
Conclamo todos os irmãos das mais diversas denominações evangélicas (especialmente os das Assembléias de Deus) a que voltemos à pregação do evangelho. Suplico aos líderes de minha denominação que não se deixem influenciar pelos modismos do evangelho triunfalista, humanista e da prosperidade. Alguns não estão andando de acordo com a verdade do evangelho, ensinando falsas doutrinas e não concordando com a sã doutrina de nosso Senhor Jesus Cristo e com o ensino que é segundo a piedade. São orgulhosos e nada entendem (Gálatas 2.14; I Timóteo 6. 3,4). Por essa razão, como igreja que aguarda a iminente vinda do Senhor Jesus, devemos protestar e condenar o ‘evangélido’ da falsa religião para que não sejamos condenados com ela.
Não podemos nos intimidar em pregar o verdadeiro evangelho de Cristo porque é o poder de Deus para a salvação de todo aquele que crê (Romanos 1.16) apegando-se firmemente à mensagem fiel, da maneira como foi ensinada, para que sejamos capazes de encorajar outros pela sã doutrina e de refutar os que se opõem a ela (Tito 1.9). Como afirmou o Senhor Jesus: “O que eu lhes digo na escuridão, falem à luz do dia; o que é sussurrado em seus ouvidos, proclamem dos telhados” (Mateus 10.27).

“PREGADOR, PARE DE ANIMAR AUDITÓRIO E PREGUE A PALAVRA!”
(Pr. Ciro S. Zibordi)

Mensagens Diarias: Humor: Carta de uma amiga.

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Mensagens Diarias: Humor: Carta de uma amiga.: Amiga: Conforme minha promessa, estou enviando um e-mail contando as novidades da minha primeira semana depois de ser transferida pela f...

3 de setembro de 2012

O Caráter de um Bom Casamento

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Diz-se com freqüência que um bom casamento é uma "amostra do céu". O companheirismo de que um homem e uma mulher podem gozar em relação ao casamento é uma bênção imensa dada por nosso Criador (Gênesis 2:18-24). Certamente, Deus destinou o casamento a ser benéfico e satisfatório para ambos, o esposo e a esposa. Infelizmente, muitos casais não descreveriam seus casamentos como "celestiais".


Estratégias Inaproveitáveis

O que podemos fazer para termos "bons casamentos"? Homens e mulheres têm tentado várias estratégias para assegurar casamentos bem sucedidos. Muitos têm raciocinado que o modo de ter um bom casamento é casar-se com a pessoa de melhor aparência possível. Conquanto não seja pecado ser fisicamente atraente, a aparência pessoal não é garantia de que uma pessoa será uma boa companheira. O homem extremamente elegante ou a mulher impressionantemente bela com freqüência não dão bons esposos! Outros têm concluído que um casamento espetacular e uma lua-de-mel dispendiosa são o ponto de partida de um bom casamento. Contudo, estas são coisas que não duram muito tempo e quando a grandiosidade da cerimônia e a emoção da lua-de-mel passam, é comum que o esposo e a esposa descubram que sua relação não é realmente muito boa. Ainda outros têm seguido a estratégia de acumular bens antes de casar ou, em alguns casos, de procurar uma pessoa rica com quem casar! Tal segurança financeira constituirá, pensam eles, o alicerce de um bom casamento. Algumas vezes parceiros em al relação assentada sobre a riqueza material pagarão quase tudo para escapar do casamento. O resultado de tais preparativos financeiros é que há mais bens a serem divididos quando o casal se divorcia.
 
Deverá ser notado que não há nada inerentemente pecaminoso em ser fisicamente atraente, ter um grande casamento e uma lua-de-mel agradabilíssima ou mesmo economizar dinheiro antes do casamento com a esperança de um padrão de vida mais alto. Cada uma destas coisas pode ser uma bênção para um casamento. Nenhuma destas coisas, contudo, resulta necessariamente em um bom casamento. Se desejamos relações satisfatórias, precisamos abandonar as soluções e valores de sabedoria humana e consultar o manual de casamento escrito por Aquele que criou o casamento no princípio. Na Bíblia podemos encontrar toda a informação que precisamos para construir casamentos bem sucedidos.

Instruções Divinas


As Escrituras ensinam que o casamento é destinado a durar até que um dos cônjuges morra (Romanos 7:1-3; Marcos 10:9). Se cada parceiro mantiver esta convicção, o casamento terá uma possibilidade maior de dar certo. Quando aparecem problemas (e sempre aparecem!), tanto o esposo como a esposa empenham-se em resolvê-los em vez de procurar escapar facilmente através do divórcio.

Quando Paulo escreveu sobre as responsabilidades dos cônjuges, ele observou que as esposas deveriam ser submissas a seus esposos (Efésios 5:22-24). Ele ordenou ainda mais que os esposos deveriam amar suas esposas (Efésios 5:25-29). Este amor (na língua grega, "agape") não é de puro sentimento ou mesmo a expressão de palavras vazias, mas é antes o resultado de uma escolha moral e expressa-se em ação. Elcana, pai do profeta Samuel do Velho Testamento, evidentemente amava profundamente sua esposa Ana (1 Samuel 1:1-8). Ele expressou seu amor por ela através de sua generosidade. Além do mais, este tipo de amor busca o bem estar de outros independente do tratamento com que eles retribuem. O apóstolo Paulo descreveu o caráter deste amor em 1 Coríntios 13:4-7. As responsabilidades de amor e submissão incluem outras específicas.

Por exemplo, para amar sua esposa, o esposo tem que se comunicar com ela. Para procurar o melhor bem estar da esposa, ele precisa entender as necessidades e desejos dela. Mais uma vez, observando o exemplo de Elcana e Ana, quando ela estava triste por causa de sua esterilidade e da provocação de sua rival, Elcana procurou descobrir a causa de sua angústia (1 Samuel 1:4-5, 8). Se o esposo comunica a razão para suas decisões, torna-se muito mais fácil para a esposa submeter-se. Sem comunicação adequada entre cônjuges, é extremamente difícil, talvez impossível, ter-se um bom casamento. Comunicação franca entre esposo e esposa permite a cada um entender melhor o outro, evitando muitos desentendimentos. A participação nas opiniões, sonhos e temores através da comunicação permite uma intimidade que ajuda a unir o casal.


Honestidade

Todos os bons casamentos exigem honestidade e discrição de ambos. Tanto esposo como esposa deverão empenhar-se em sempre falar a verdade um ao outro (Efésios 4:25; Colossenses 3:9). Bons casamentos dependem da confiança e uma mentira descoberta destrói essa confiança. A esposa que descobre que seu esposo mentiu para ela em um assunto imaginará que ele no futuro estará mentindo também sobre outros assuntos . . . mesmo que ele esteja falando a verdade. Infelizmente, aqueles que praticam o engano com freqüência acreditam arrogantemente que são muito inteligentes para "serem apanhados". O mentiroso pode freqüentemente cobrir seu engano por algum tempo, mas as mentiras costumam ser descobertas. A esposa que esconde informação de seu esposo está também praticando o engano, uma forma de desonestidade. A suspeita que resulta quando o engano é descoberto ameaça a bela intimidade possível num casamento.


Discrição

Quando duas pessoas vivem juntas ainda que por curto período de tempo, elas podem aprender algumas coisas nada lisonjeiras sobre um e outro. Num bom casamento, o esposo não falará destas faltas de sua esposa com outros. Ele protegerá a reputação dela à vista dos outros, enquanto trabalhará para ajudá-la a melhorar nessas áreas. De modo semelhante, a esposa não discutirá as fraquezas de seu esposo com outras pessoas. A prática de tal discrição encorajará maior intimidade na comunicação dentro do casamento. Cada parceiro sentir-se-á bem partilhando com o outro os pensamentos mais particulares porque ele ou ela sabe que estes pensamentos não serão revelados a outros.


Fidelidade Sexual

Poucas coisas destroem um casamento mais depressa do que a infidelidade sexual. Num bom casamento, cada parceiro tem não somente de se abster de atos abertos de impureza sexual, mas não deve dar ao outro causa para suspeita. O esposo precisa evitar que seus olhos se fixem na direção de outras mulheres e a esposa tem que ser cuidadosa para que seu comportamento a respeito de outros homens seja puro (Mateus 5:27-28).


Respeito

O resumo feito por Paulo das responsabilidades do esposo e da esposa em Efésios 5:33 revela que a submissão da esposa envolve respeito ao seu esposo. Do mesmo modo, o esposo não deverá tratar sua esposa como inferior a ele porque ela voluntariamente aceitou uma posição de submissão (1 Pedro 3:7). Em vez disso, ele deverá tratá-la com dignidade e consideração. Ele não deve diminuí-la nem tratá-la com aspereza ou amargura simplesmente porque Deus lhe deu autoridade na família (Colossenses 3:19).

Altruísmo

O egoísmo está na base de um número incrível de dificuldades matrimoniais. É extremamente difícil viver com alguém que sempre pensa só em si mesmo. Cuidar de uma criança é trabalho duro porque ela não tem consideração com as necessidades e desejos dos outros. Suas necessidades precisam ser satisfeitas imediatamente ou ela fará com que seus pais saibam de sua infelicidade por meio de gritos estridentes! Como adultos, já deveremos ter ultrapassado tal egoísmo, mas infelizmente alguns esposos agem bem dessa mesma maneira. Se as coisas não são feitas como lhes serve, eles ficam trombudos ou têm ataques de cólera, muito parecidos com os das crianças que não sabem de nada melhor. A mulher virtuosa de Provérbios 31 sacrificava-se, trabalhando para prover a sua casa (Provérbios 31:10-31). Cada cônjuge [amadurecido] deverá estar querendo pôr as necessidades e desejos do outro antes do seu próprio, se necessário (Filipenses 2:4; 1 Coríntios 13:5), e os que são infantis não deveriam casar-se!


Paciência

A paciência é o lubrificante que evita que o casamento se aqueça demais quando os problemas provocam atrito entre os parceiros. Uma falta de paciência, no mais das vezes, resulta em decisões insensatas ou irritação. Tiago deu bom conselho quando escreveu "Todo homem, pois, seja pronto para ouvir, tardio para falar, tardio para se irar. Porque a ira do homem não produz a justiça de Deus" (Tiago 1:19-20). A paciência é aquela qualidade que permite a uma pessoa suportar com calma serenidade uma situação que não é ideal ou desejável (longanimidade; Gálatas 5:22; Efésios 4:2; Colossenses 3:12). A impaciência é quase sempre uma forma de egoísmo na qual nos tornamos furiosos porque as coisas não estão acontecendo do modo que queremos que aconteçam. Haverá muitas ocasiões durante um casamento nas quais as coisas não serão ideais!


Humildade


Algumas pessoas não querem admitir nenhuma falha. É inevitável que um cônjuge peque contra o outro. A humildade é a qualidade que permite-nos reconhecer nossa própria falibilidade, admitir nossas faltas e pedir perdão àqueles que tivermos maltratado. A pressuposição de que sempre sabemos o que é melhor ou que nunca cometemos nenhum erro é uma forma de arrogância. Tal arrogância é oposta ao amor (1 Coríntios 13:4). Num bom casamento, ambos os parceiros servirão um ao outro fazendo muitos pequenos favores. A arrogância não permite a "atitude servil" (João 13:1-15). A humildade também ajuda a perdoar os outros que pecam contra nós, porque nos lembra que nós mesmos somos falíveis e freqüentemente necessitamos ser perdoados (Efésios 4:31-32; Colossenses 3:13). No decorrer de um casamento, haverá muitas oportunidades para perdoar seu cônjuge! Ofensas não perdoadas tendem a ser como feridas não curadas, inflamadas; elas afetam severamente a saúde da relação.

Quando alguém está procurando um bom companheiro ou simplesmente tentando melhorar uma relação conjugal existente, estes princípios ajudarão a assegurar um casamento bem sucedido. De fato, muitos desses traços característicos que promovem um casamento bem sucedido podem ser aplicados praticamente em qualquer relação humana para torná-la melhor!




As oito fases do casamento!

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As oito fases do casamento!



Todo casamento duradouro, passa necessariamente, por essas fases:
1. Lua de Mel: - Fase do encantamento ? Tudo é muito bonito e acha que se casou com um príncipe, ou princesa.

"Quando um está enamorado do outro."

É quando o casal se sente plenamente realizado e absolutamente preenchido um pelo outro. Nesta fase o amor é cego. Há uma nutrição constante do vínculo. A sensação é de plenitude e totalidade.

2.Volta a realidade: - Descobre que não é um príncipe ou princesa, mas sapo.

3. Disputa pelo poder: ? A mulher quer de um jeito e o marido quer de outro jeito.

4. Desilusão: Fase do desencantamento, - Nesta fase há grande risco de divórcio como falsa solução. 1\3 acabam em divórcio. 70% no segundo casamento.

"É a fase da confrontação das expectativas irreais do casamento."

É quando começamos a ver as diferenças entre as imagens que construímos do outro e os seus reais lados sombrios. Na fase da conquista e da sedução, nós só mostramos o lado ensolarado de nossa personalidade. As sombras, as fraquezas, as feridas emocionais e os medos ficam escondidos. Mas sempre chega o momento em que as coisas que estavam debaixo do tapete aparecem à luz do dia. É nesta fase que muitas pessoas se desesperam na tentativa de mudar o outro, a fim de que ele corresponda à imagem idealizada. Você não o(a) aceita como ele(a) é. Neste momento as pessoas são capazes de qualquer coisa: sufocam, oprimem, chantagiam, ameaçam e até castigam-se mutuamente.

5. Fase do "Crescei e Multiplica-vos"

"É quando a mulher se dedica aos filhos pequenos e o homem está se afirmando profissionalmente, consolidando sua carreira".

É a fase onde há o risco de se perder de vista o parceiro dentro do casamento. O homem mergulha no trabalho e a mulher é engolida pelos cuidados com a casa, com as crianças e, muitas vezes, com sua própria definição profissional. Esta tensão drena todas as energias do casal. É uma época onde os dois engavetam frustrações, mágoas e raivas do passado. Se nesta fase o casal não buscar a saída em Deus, com certeza o fim será o aprofundamento de emoções negativas, que já estavam emergindo no fim da fase de encantamento. Sendo assim, o relacionamento pode estagnar, encalhar e virar uma prisão insuportável. Esta é a hora de buscar ajuda externa.

6.Reconciliação e renegociação? Acontece o diálogo e perdão.

7.Compromisso e Fortalecimento
? Ambos se ajudam e compartilham a mesma carga.

8.Frutificação ? Desfrutar e dar frutos.

Jesus Cristo precisa ser Senhor também do nosso casamento, pois quando estivermos vivendo uma fase nova no casamento, Ele nos guiará e nos dará forças para suportarmos a pressão.

Que o Senhor Deus restaure completamente o seu casamento, em Nome de Jesus Cristo.

No amor de Cristo.

Divórcio - Pode ou não um novo casamento?

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DIVÓRCIO:

O divórcio é um assunto extremamente polêmico, pois temos visto, inclusive, muitos pastores nessa situação, ou seja, foram casados um dia, se divorciaram e contraíram um novo matrimônio. Eu particularmente, não gosto de pregar sobre isso, tendo em vista que acima de tudo, trata-se também de um problema social. Se este assunto fosse sempre tratado na Igreja desde o princípio e sem protecionismo, nós não estaríamos vivendo neste contexto atual.

Solicito em Cristo Jesus que, não creias em tudo o que eu transcrever daqui para frente, pois sou humano e também sujeito à falhas, mas ore e peça direção a Deus e deixe que o Espírito Santo de Deus irá lhe dar uma posição definitiva. Independente do que eu ou você ache, entreguemos a Deus as nossas vidas e que elas sejam como Deus quiser. Amém? Pois para mim que tenho um casamento solidificado, é fácil julgar e dizer o que os separados devem ou não fazer, o difícil é para eles, e Deus conhece os corações, e sabe perfeitamente o que é sentir-se sozinho nesta vida, mas temos uma esperança e sabemos que a nossa vida não é aqui, pois esta vida é passageira e não sabemos quanto tempo ainda nos resta nesta carne. O mais importante para nós, é quando findar esta vida, estarmos em completa comunhão com Deus, pois assim sendo, seremos ressuscitados para nunca mais morrermos e, aquilo que o olho não viu, nem chegou ao coração dos homens, é o que Deus preparou para os que o amam.

Antes de começar, faz-se necessário dizer que nunca poderemos tirar qualquer conclusão, baseando-nos em apenas dois ou três versículos e sim, se preciso for, teremos de ler toda a Bíblia para ter um entendimento de um único versículo. Pois os homens maus, vão de mal a pior, enganando e sendo enganados.

Jesus disse em, Mat Cap 5, Vers 32 ?...Qualquer que repudiar a sua mulher, a não ser por causa de prostituição, faz com que ela comete adultério; e qualquer que casar com a repudiada comete adultério...?. Ele está dizendo que se eu repudiar a minha mulher só porque não mais a amo, ficou feia, engordou etc, como era na lei de Moisés que autorizava este ato, eu estou provocando o pecado dela e, se ela pecar, eu tenho participação no pecado. Ele faz uma advertência para que ninguém repudie a mulher e, abre uma exceção, se ela cometer adultério, está permitido o repúdio, entretanto, ou haja o perdão ou fiquem sem se casar, porque quem se casar com a repudiada também comete adultério. Segundo o texto bíblico somente o homem pode pedir divorcio e repudiar a sua mulher e o homem e a mulher não estão no mesmo pé de igualdade. Em hipótese alguma a mulher podia pedir ou dar carta de divorcio. Um pouco mais adiante, no Cap 19, depois de Jesus concluir alguns discursos, saiu da Galiléia e dirigiu-se aos confins da Judéia, além do Jordão. Quando chegamos no Vers 3, lemos assim: ?...Então, chegaram ao pé dele os fariseus, tentando-o e dizendo-lhe: É lícito ao homem repudiar sua mulher por qualquer motivo?...? ? Ele deu a mesma resposta dada no Cap 5, ou seja, no verso seguinte ele respondeu; ?...Ele porém respondendo, disse-lhes: Não tendes lido que no princípio, o criador os fez macho e fêmea e disse: Portanto, deixará o homem pai e mãe e se unirá à sua mulher, e serão dois numa só carne? Assim não são mas dois, mas, uma só carne. Portanto o que Deus ajuntou, não separe o homem.

Disseram-lhe eles: Então por que Moisés mandou dar carta de divórcio e repudia-la? (eles estavam tentando a Jesus e ele sabia perfeitamente disso).

Disse-lhes ele: Moisés, por causa da dureza do vosso coração, vos permitiu repudiar a sua mulher, mas no princípio não foi assim. Eu vos digo, porém que qualquer que repudiar a sua mulher, não sendo por causa de prostituição, e casar com outra, comete adultério e o que casar com a repudiada também comete adultério.

Disseram-lhe seus discípulos: Se esta é a condição do homem relativamente, a mulher não convém casar. Ele porém, lhes disse: Nem todos podem receber esta palavra, mas só aqueles a quem foi concedido...?. Notemos que muitos se baseiam somente neste texto, onde não diz que podem se casar novamente em caso de adultério e, nem tampouco induz o homem ao pecado para poder livrar-se do casamento e sim; autoriza a pessoa traída a repudiar o traidor. Porém em ambos os casos, a determinação é a mesma; se casar de novo comete adultério. Veremos a seguir o que o Apóstolo Paulo nos ensinou a este respeito?.

Em Romanos, no Cap 7 e Vers 1 a 3, lemos ?...Não sabeis vós, irmãos (pois que falo aos que sabem a lei), que a lei tem domínio sobre o homem por todo o tempo em que vive? Porque a mulher que está sujeita ao marido, enquanto ele viver, esta-lhe ligada pela lei; mas morto, o marido, está livre da lei do marido. De sorte que, vivendo o marido, será chamada adultera se for doutro marido; mas morto o marido, livre está da lei e assim não será chamada adúltera se for doutro marido...? Sabemos que só temos duas condições de repúdio, uma é a com motivos (adultério) e a outra é sem motivos (falta de amor etc) e em ambas as condições, a orientação é a mesma. e Paulo ainda escreveu em I Corintios, Cap 7 e Vers 10 e 11 ? ... Todavia, aos casados, mando, não eu, mas o Senhor, que a mulher se não aparte do marido. Se porem se apartar, que fique sem casar ou que se reconcilie com o marido; e que o marido não deixe a mulher...?. Mas adiante, no Ver 39 diz: ?... A mulher casada está ligada pela lei, todo o tempo em que o marido vive; mas, se falecer o seu marido, fica livre para casar com quem quiser, contando que seja no Senhor...?. Aconselho-te que leia inteiramente os capítulos aqui mencionados, pois destaquei somente os pontos que julguei serem principais no assunto em questão e, o fato de ter-se casado somente no civil não impede a pessoa de tornar um só corpo com o outro, pois foram ligados pela lei dos homens e, no Senhor, seria dizer que o casamento estaria de acordo com os mandamentos que temos. Se me amardes, guardarás os meus mandamentos e, aquele que tem os meus mandamentos e os guarda, este é o que me ama.

Quantas vezes o homem poderá se divorciar? Todas as vezes que ele achar uma outra mais interessante ou, como é comum hoje, por incompatibilidade de gênios, ele a trai e pronto. Chega em casa, conta para a esposa e pode ir embora dar entrada na papelada para o divórcio e se casar de novo, tanta quantas forem às vezes que desejar. Sem Lei, não há pecado.

A família é a Célula Máter (mãe) da sociedade. Uma vez destruída a família, a sociedade também é destruida. O que será dos filhos dessa União destruída pelo Diabo? Por isso também Deus proibiu um novo casamento em caso de divórcio e incentivou o perdão entre as partes. Por se multiplicar a iniqüidade (se tornar comum o pecado, todos fazem), aquilo que é contra as Leis de Deus, o amor de muitos esfriará. Mas aquele que perseverar até o fim será salvo.

Leia o que diz em Ezequiel 3:18 a 21: ?...Quando eu disser ao ímpio: Certamente morrerás; não o avisando tu, não falando para avisar ao ímpio, acerca do seu caminho ímpio, para salvar a sua vida, aquele ímpio morrerá na sua maldade, mas o seu sangue da tua mão o requererei. Mas, se avisares o ímpio, e ele não se converter da sua impiedade e do seu caminho ímpio, ele morrerá na sua maldade, mas tu livraste a tua alma

Semelhantemente, quando o justo se desviar da sua justiça, e fizer maldade, e eu puser diante dele um tropeço, ele morrerá; porque, não o avisando tu, no seu pecado morrerá, e suas justiças que praticara, não virão em memória, mas o seu sangue da tua mão o requererei. Mas, avisando tu o justo, para que o justo não peque, e ele não pecar, certamente viverá, porque foi avisado e tu salvaste a tua alma...?.

Como serão as famílias num futuro próximo? Acreditarão que o casamento não é uma instituição falida? A que Lei devemos seguir? A lei dos paises que permitem o divórcio, a união de homossexuais e etc, ou a Lei de Deus que proíbe todas essas coisas (ver o exemplo dado em Daniel, sobre Sadraque, Mesaque e Abednego)? Os que atualmente se encontram casados novamente, mas com os ex-conjuges ainda vivos, quer queiram ou não; estão em adultério e, os adúlteros não herdarão o Reino de Deus.

Agora, o que dizer a uma pessoa que antes de conhecer a Jesus, era viciada em drogas? Devo dizer-lhe que dos pecados dela Jesus não se lembra mais e que Deus não leva em conta o tempo da ignorância, e que ela pode continuar a usar as drogas porque quando começou não sabia? Devo dizer a quem está em adultério que continue adulterando pois quando se casou não sabia que adulterava ou, devo dizer que agora que sabe, deve negar a si mesmo?

Concluindo, se estás casado, não se separe. Se o casamento tornou-se insuportável, impossível, é aí que Deus há de Operar, pois Ele é o Deus do impossível e há de restaurar esse lar. O Diabo veio para matar, roubar e destruir, mas Jesus veio para nos libertar.