30 de agosto de 2012

10 Perguntas que os jovens mais comentam sobre a virgindade

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10 Perguntas que os jovens mais comentam sobre a virgindade






1) O que vem a ser a virgindade?

R: Virgindade ?Estado de pessoa virgem, isto é que nunca praticou um ato sexual, estando puro, intacto, que nunca foi usado;inexplorado.

2) Porque tem crescido o número de adolescentes e jovens que tem tido experiências sexuais tão cedo?

R: Conforme pesquisa que realizei durante um ano entrevistando jovens mães (adolescentes e jovens) cheguei a conclusão que existe ainda uma lacuna quando o assunto em pauta é virgindade. Entendo que a família tem a maior porcentagem de responsabilidade em educar e ensinar os filhos, porém a Igreja também tem uma parte na responsabilidade em orientar o jovem, pois a Bíblia Sagrada nos revela claramente a respeito da virgindade, e o porque de ser virgem e o que fazer para guardar-se para o matrimônio. A escola também tem uma boa porcentagem na responsabilidade em passar para o jovem a respeito da virgindade, no entanto vemos não só a escola, mas o Governo e algumas entidades e veículos de comunicação, como as novelas; onde tanto o sexo entre adolescentes como ser mãe independente é normal.

Ao invés de ensinar ao jovem a manter-se virgem até o matrimônio, evitando assim doenças, uma gravidez indesejada ensinando-os a fazer segundo a palavra de Deus, como diz as Escrituras Sagradas; todavia vemos estes ensinando os jovens a como usar o preservativo. Temos consciência que por de trás desta ?preocupação da mídia, existe uma preocupação muito maior em todo este processo de comercialização, que por sinal é bem lucrativo, do que se preocupar como será o futuro destes jovens nos quais entram tão cedo para o mercado do sexo?.

3) Quando a Bíblia fala a respeito da virgindade, ela se dirigi ao homem também?

R: sim. Se analisarmos as Escrituras Sagradas, veremos o apóstolo Paulo dirigindo-se aos homens solteiros, no capítulo 7, respectivamente nos versículos 1e 8 na carta aos Corintios:?...,é bom que o homem não toque em mulher; más por causa da impureza cada um tenha a sua própria esposa; bom seria se os solteiros e viúvos fossem como eu, todavia aos que não conseguem dominar-se, bom é que se casem, pois é melhor casar do que se abrasar?. Entendemos que Paulo exorta o homem solteiro a cuidar das coisas que pertencem ao Santuário de Deus, como também ele mesmo o fez, todavia se for para o homem andar em fornicação, prostituição, antes, seja melhor casar-se e ter uma esposa, pois é melhor casar do que se abrasar.

Tanto na época em que Paulo escreve aos Corintios como nos dias de hoje, muitas pessoas acham que podem andar em adultério, fornicação e continuarem a oferecer sacrifícios agradáveis a Deus, e o Senhor Jesus os receber.Todavia a fornicação, a impureza e o adultério fazem partes das obras da carne, como está registrado na carta aos Gálatas, no capítulo 5: ?Andai no Espírito e jamais satisfareis à concupiscência da carne. A respeito das quais eu (Paulo escreve inspirado pelo Espírito Santo de Deus) vos declaro, como já outrora, vos preveni, que não herdarão o reino de Deus os que tais coisas praticam?.
Lucieny & Joseph

4) Porque o homem valoriza a virgindade no matrimônio?

R: Segundo pesquisas recentes, é grande a porcentagem de homens que procuram para constituir um lar, mulheres virgens.Muitos homens senten-se inseguros, outros por outro lado teen ?medo? de seu desempenho sexual ser comparado com o de outro, e outros ainda teen medo de após terem relações sexuais com a parceira, não satisfazerem-na a ponto de ela procurar outro que lhe satisfaça.Todavia o homem cristão valoriza a virgindade não por tais motivos fúteis, más por ser conhecedor da palavra de Deus, a qual ensina que a mulher virgem é comparada á noiva de Cristo, na qual é pura, santa e imaculada, de um só esposo.(ll aos Corintios 11; 2).

5) A virgindade está fora de moda?

R: Para responder a esta pergunta, vejamos primeiramente o que significa o termo moda: ?costume ou estilo, em geral efêmero, aceito e imitado por um grupo ou meio social em certa época ou lugar?.

A Bíblia nos diz que devemos ser não imitadores de tais modismos efêmeros, pois com a mesma intensidade que aparecem, com o passar do tempo, desaparecem, dando lugar para novos conceitos.

Todavia a Bíblia nos revela na carta aos Efésios (cap 5; 1) para que sejamos imitadores de Deus, no qual é Santo e imutável. Passam-se séculos, porém sua palavra continua a mesma.

Logo; podemos entender que a virgindade não pode ser comparada com o termo ?moda?.

6) Virgindade tem a ver com a cultura de um povo?

R: podemos dizer que cultura de um povo é a herança social que um indivíduo adquiri do grupo em que vive (costumes, tradições, vestuário, alimentação, e etc).Portanto cada sociedade transmite ás novas gerações o patrimônio cultural que recebeu de seus antepassados; todavia há um processo de mudança social que acaba influenciando as informações que foram recebidas de geração em geração,mesmo porque acontece a miscigenação entre os povos, dando início a uma nova cultura.Entendemos então que os usos e costumes mudam conforme a cultura da época; no entanto a doutrina que a Bíblia Sagrada nos revela é imutável, inabalável, inalienável, chegando inclusive a ser o único Livro conhecido mundialmente; no qual afirma que: ?a mulher se deixe a conhecer somente ao seu marido?, isto é que tenha relações sexuais somente depois de consumado o matrimônio monogâmico.

7) Os casais que se guardaram virgens para o matrimônio se arrependeram após o casamento, por não terem tido outras experiências?

R: Não. Durante um ano entrevistei casais de várias classes sociais que se casaram virgens e 98% de 100 entrevistados, disseram que não se arrependeram, e que não se sentiram em desvantagem em relação aos que haviam tido experiências antes do matrimônio; mesmo porque o casamento significa união, ajuste entre duas partes, onde ambos irão apartir daquele momento iniciar uma nova fase de vida; desfrutando não só dos móveis, da casa, e do enxoval que serão usados pela primeira vez,más também do sexo, e juntos, estarão dividindo suas experiências e anseios, e a cada dia surgindo uma nova descoberta.

8) Existe um ?tabu? quanto a se manter virgem solteira?

R: Existe uma diferença entre liberdade e libertinagem.Somos chamados por Deus para sermos livres, todavia as pessoas que não teen base Bíblica, confundem liberdade de ação com libertinagem.Para alguns grupos que vivem dissolutamente, e são escravos da mídia, concordam quando a mesma dá ênfase para o adultério, homossexualismo, lesbianismo, e sexo entre adolescentes e jovens, exposto nas novelas, em filmes, revistas, e etc, achando que ser virgem é um fato ultrapassado.

No entanto aquele que segue os conselhos que o salmista, inspirado por Deus escreve no Salmo 1:?Bem aventurado o varão que não anda segundo o conselho dos ímpios,nem se detem no caminho dos pecadores, nem assenta na roda dos escarnecedores.Antes tem o seu prazer na lei do Senhor e na sua lei medita de dia e de noite.? A mulher e o homem que não andam segundo o que estes ?tais? grupos com atitudes perniciosas pensam,e sim buscam na palavra de Deus as respostas para os seus problemas, estes serão bem sucedidos,mesmo porque não estão firmados na mídia, que com a mesma intensidade que aparecem, desaparecem, más sim em Cristo, no qual é o mesmo ontem, hoje e eternamente.


9) Porque a Bíblia compara a mulher virgem com a noiva de Cristo?

R: Por que a noiva de Cristo, que é a Igreja, para ser arrebatada com Jesus, tem que estar pura, santa, imaculada e sem mancha, conhecedora de um só esposo, que é Cristo para que não seja contaminada com vãs doutrinas.Da mesma maneira sejam também as mulheres virgens, conhecedoras de um só esposo.Referências: O Evangelho de São Mateus 25; 1 ao 13 , 2º. aos Corintios 11; 2, Levítico 21;14.


10) Perante a Bíblia, como ficam as mulheres que embora não são mais virgens, no entanto tem desejo de casar-se e constituir um lar, e ter uma vida com Cristo?
R: Apartir do momento em que houve arrependimento e confissão, há remissão do pecado.Podemos ler na carta aos Romanos, no capítulo 8, precisamente no versículo 1:?Agora,pois,já nenhuma condenação há para os que estão em Cristo Jesus?.Também na carta aos Corintios capítulo 5 e versículo 17 leremos: ?Aquele que está em Cristo nova criatura é, as coisas velhas já se foram e eis que tudo se faz novo?.

Ao lermos as passagens que retratam a peregrinação de Cristo na terra; veremos com certeza Jesus falando com mulheres adúlteras, ladrões, prostitutas, pessoas enfermas; enfim vemos Jesus perdoando e ?sarando? os corações feridos, dando-lhes oportunidade para iniciar uma nova fase de vida, desta vez em santidade.O caso da mulher pecadora, que se encontra no Evangelho de Lucas, cap.7 e versículos 36 ao 50; nos retrata a história de uma mulher na qual todos a discriminavam por ser ela pecadora, porém esta mulher foi até Cristo,com o coração quebrantado,e Jesus perdoou seus pecados.Vemos casos similares como ?A mulher Samaritana?; ?A mulher adúltera? e outros nos quais vemos Jesus imputando-lhe seus pecados e dando-lhes oportunidade de terem uma nova vida, sem acusações, sem ressentimentos, sem medo do porvir.



WICCA - A febre da juventude

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WICCA: O ressurgimento da bruxaria medieval.
A febre da juventude!

A sociedade moderna (levando-se em conta à juventude), a todo o momento busca novos caminhos que os levem à uma felicidade, a uma realização pessoal ou mesmo a busca insaciável pela salvação de sua alma. A juventude, constantemente busca coisas novas e atuais e principalmente algo à seguir, seja uma banda musical, um grupo de defesa do meio ambiente e ao foco de nosso assunto: uma religião.
Entre tudo o que se foi comentado, a religião é praticamente a base desse movimento que se irá seguir. Se irão seguir um grupo musical, com certeza irão seguir grupos que defendem suas ideologias escolhidas, se seguirem uma moda de roupa, uma vivência cotidiana, etc, será baseado dentro da religião escolhida.
Para a juventude, a religião deixou de ter o seu papel que antes fora institucionalizado pela sociedade de até então, e passou a ser um estilo de vida, uma ?moda? em que se constantemente está sendo mudada. A função da religião (entenda-se pelo sentido literal da palavra que é o de ?religar?) que era o de aproximar o homem a um ser sobrenatural (um deus) deixou de ser importante. Hoje, dentro disto a que acabamos de citar, surgem movimentos introduzidos pelo inimigo de nossas almas que buscam levar o jovem a seu destino final sem Cristo: o inferno.
Constantemente em jornais, revistas, canais de TV, etc, encontramos algo induzido ao tema pronunciado pelos jovens de hoje: a ?WICCA?. O que é isto? De onde veio?

O que é WICCA?

A WICCA é uma versão atual de algo que uma vez já foi chamado de ?bruxaria?. O termo ?Bruxa? carrega um significado negativo para as pessoas, portanto tornou-se comum que os modernos praticantes da arte adotassem, ou melhor, se autodenominassem ?Wiccans? ou em português ?Wiccanianos?, ao invés de bruxos.
Neste início de século, devido ao plano conseqüentemente da Nova Era, todo este velho conceito está voltando à tona e ressurge em todo mundo com uma força brutal as crenças e todo o poder da Magia dos Antigos Celtas. A bruxaria é a antiga religião dos povos da Europa, que após quase 2000 anos de exclusão e desaparecimento ressurgiu nos idos de 1940 sob o nome de WICCA, como muitos usam hoje quando se referem às crenças e práticas de origem pagãs.
Talvez o mais antigo relato sobre a prática e a continuidade dos cultos da Bruxaria em nosso tempo, data de 1921 quando Margaret Murray publicou o livro ?The Witch Cult in Western Europe? ? ?O Culto da Bruxa na Europa Ocidental?. Neste livro a famosa e respeitada Dra. Murray revelou que os cultos pagãos pré-cristãos ainda eram conhecidos e realizados em inúmeras partes da Europa. Nesta obra, mencionou que o culto a Cernunos e Ceridwen, os Deuses primordiais dos Celtas, tinha sido incorporado por inúmeros grupos Neopagãos atuantes da época.
Quando Robert Graves publicou em 1948 o livro ?The White Goddess? ? ?A Bruxa Branca?, a Wicca começou a ser reavivada. Mas somente em 1951, quando a última das leis inglesas contra a Bruxaria foi sancionada e Gerald Gardner publicou o famoso livro ?Witchcraft Today? ? ?Feitiçaria Hoje?, que a Bruxaria explodiu e tornou-se uma religião oficial, constitucional e reconhecida por toda a Inglaterra e de lá imigrou para todo o mundo.
Desde 1979 o interesse pela Bruxaria cresceu incrivelmente, podemos notar isto através dos vários livros sobre o assunto que foram publicados desta época para cá nos EUA e na Europa.
A Bruxaria tornou-se muito conhecida e professada entre os europeus e norte americanos, porém, nos últimos dois anos houve um crescente interesse pela Bruxaria no Brasil, e hoje já faz parte de um grupo à parte nas vendas em todas as livrarias do Brasil.

Seu surgimento:

A Magia Wicca surgiu no neolítico nas regiões européias entre os povos da Irlanda, Inglaterra, País de Gales, percorrendo os povos da Itália e da França. O povo Celta, ao invadir a Europa, trouxe suas crenças nativas, que se mesclaram ao conjunto de crendices da população local, dando assim início às práticas Wiccanianas. Apesar da Wicca ter criado raízes entre o povo Celta, é de suma importância ressaltar que a Bruxaria é anterior à estes povos.
A palavra Wicca vem do saxão witch ou do inglês arcaico wicce que significa ?girar?, ?moldar? ou ?dobrar?. Alguns estudiosos porém, afirmam que esta palavra vem da raiz germânica wit que quer dizer ?saber?. Deduzimos daí que a palavra Wicca significa a ?A SABEDORIA DE GIRAR, DOBRAR E MOLDAR AS FORÇAS DA NATUREZA AO NOSSO FAVOR?, um dos objetivos da Bruxaria.
A Wicca é uma filosofia mágica de vida baseada nos ciclos da natureza, incluindo várias formas de Magia Branca e rituais para harmonização pessoal, através das forças da natureza, envolvendo o poder das fases lunares e da 4 estações do ano. Como representação primordial do ressurgimento Pagão numa versão moderna, revive o culto à grande deusa e aos deuses antigos através de rituais, quase esquecidos, de nossos ancestrais.
A bruxaria foi alvo de combate através dos tempos, principalmente pelo clero da igreja Católica que se sentiu ameaçado pelo seu poder, já que o paganismo era a religião oficial da Europa, antes da chegada do catolicismo. Devido à forte influência da Bruxaria entre os europeus, a igreja promoveu a ?Caça às Bruxas?, através da Santa Inquisição.
Em 330 d.C., o cristianismo foi estabelecido e imposto como religião oficial. A partir daí, muitos dos velhos rituais e deuses que eram venerados foram abandonados. A aristocracia, sedenta em querer dominar a população e adquirir riquezas uniu sua força ao poder político da nova religião. Mas os camponeses, os verdadeiros pagãos se recusavam veementemente em aceitar a religião cristã e se o fizeram foi por extremada imposição. Mesmo assim, nunca abandonaram seus ritos, práticas mágicas e continuaram a cultura de seus deuses.
Na idade média, a bruxaria foi colocada em segundo plano e combatida pela igreja católica. O objetivo principal da Inquisição era acabar de vez com as crenças wiccanianas, que eram ameaçadoras à nova religião que se preocupava muito mais em enriquecer e acumular fortunas do que levar ao mundo o evangelho.
Os sacerdotes do início da era cristã adaptaram diversos rituais da Bruxaria, anulando desta forma o Culto Pagão pela absorção. Assim, mesmo que de forma disfarçada ocorreu um sincretismo religioso, e as divindades e crenças antigas da religião católica ganhou forças e dominou o mundo (tome-se por exemplo o culto aos mortos instituído pela igreja católica no ano 310 d.C.).

História e Origem da WICCA:


Alguns definem como a origem da WICCA, sendo da cultura celta, outros da romana, outros da cultura grega, escandinava e outros por fim a mistura destas três culturas. A teoria mais aceita pelos estudiosos no assunto é que a WICCA se formou na Inglaterra em nossos tempos e incorporou costumes gauleses da antiga cultura celta em sua maior parte dos ritos e crenças junto com a mistura de costumes de outros povos da península ibérica e da cultura romana.
A cultura celta foi uma das mais importantes culturas que predominaram na Europa milhares de anos antes da ascensão e conquista de Roma. Os celtas surgiram na Europa Central em meados do II milênio a.C. e provavelmente se originaram dos povos indo-europeus do continente Asiático, na época do Bronze Tardio e espalharam-se por todo continente europeu a partir da Idade do Ferro.
Os primeiros relatos da existência dos Celtas na Inglaterra e Península Ibérica datam de 1000a. C. Começaram a ocupar as margens do rio Danúbio e Sul da Alemanha a partir de 600 a. C. O avanço das artes e da cultura céltica aconteceu na Suíça às margens do rio Neuchâtel e em La Téne. A partir daí entre os séculos III e V a. C espalharam-se por toda Europa chegando à Turquia e Ásia Menor. Pesquisadores afirmam que os Celtas permaneceram na Irlanda até a época de Cronwell, mais ou menos no século XVII.
Apesar de terem se espalhado por longas distâncias e países diferentes, a cultura celta jamais se fragmentou, pois havia forças maiores que os unia: a língua, a arte e a religião.
A Religião dos celtas era o Druidismo, uma das religiões mais antigas do mundo. Na organização da sociedade celta, os Druidas exerciam um papel fundamental e de maior importância, já que eram os ministros da religiosidade, guardiões das tradições, cultura e da teologia. O Druidismo era uma religião politeísta e seus ritos sempre eram realizados ao ar livre, pois os Deuses jamais poderiam ser reverenciados em templos feitos pelas mãos humanas e assim a natureza era reverenciada como a única forma de atingir a essência das divindades.
A raiz filosófica-espiritual dos Celtas era baseada na reverência à duas grandes divindades: a grande deusa mãe e o deus Cornífero, chamados de Ceridwen e Cernunos.
Essas duas Grandes Divindades garantiam a prosperidade da descendência, da agricultura, do gado e o sucesso na guerra. O calendário céltico tinha uma estreita relação com a agricultura e os ciclos sazonais da natureza. O Druidismo ou a religião céltica pode ser exprimida como o culto à grande deusa mãe, a própria natureza, em todas as suas manifestações.
Os Druidas ensinavam sobre a arte da agricultura, da cura com ervas, da caça entre outras coisas. Realizavam as festas ritualísticas em homenagem as divindades, além de iniciarem as pessoas nos preceitos da arte da Magia.
A iniciação nos mistérios druídicos durava em média 20 anos e os ensinamentos eram transmitidos oralmente, pois temiam que a palavra escrita pudesse se tornar veículo de Magia incontrolável. Eram versados na adivinhação, onde utilizavam bastões oculares chamados de coelbren para predizer o futuro.
A classe sacerdotal era dividida entre homens e mulheres, mais a sociedade era extremamente matriarcal. Originariamente o sacerdócio era totalmente feminino. As Druidesas eram divididas em 3 classes: a primeira vivia enclausurada para alimentar o constante fogo da Deusa Brigit. As outras 2 classes se casavam e eram as principais participantes nos rituais sagrados.
A raiz filosófica-espiritual dos celtas era baseada na reverência à GRANDE DEUSA MÃE e ao DEUS CORNÍFERO. Os pagãos diziam que o Universo foi criado à partir do corpo e da mente da grande deusa. Ela é o princípio que simboliza a fecundação e a criação, mãe de todos os deuses. Seu filho e consorte, o deus Cornífero, representa a fertilização.
No final da Idade de Bronze, que data de 5000 a.C. à 2000 a.C., encontramos muitos indícios de culto à deusa mãe. Pesquisas arqueológicas trouxeram à tona diversas obras de arte, da mais antigas, que são representações humanas do arquétipo da mãe. Estas descobertas se estendem por toda Europa, África, Escandinávia e diversas outras localidades.

Algumas crenças wiccanianas à luz das Escrituras:

·    Deus:
No conceito wiccaniano:
A primeira coisa a que devemos nos prender é que a crença wiccaniana em Deus é de forma politeísta, ou seja, uma religião em que há a pluralidade de deuses e de forma animista pois atribuem as suas divindades elementos da natureza. Em sua totalidade é WICCA é regida por dois deuses: a deusa, conhecida particularmente como a natureza e o deus, sendo o sol, o deserto, etc.
Na WICCA o deus é o princípio masculino, o complemento perfeito da deusa. É freqüentemente identificado com o sol, com os desertos e florestas e com os animais. Alguns o vêem como o senhor da morte e da ressurreição. Nos oito Sabás, os wiccanianos celebram seu nascimento, maturidade, união com a deusa e morte. O deus não deve ser confundido com a nossa concepção comum de ?Deus?, do Cristianismo.
Quanto a deusa, existem muitas definições como existem wiccanianos. Geralmente, é vista como a criadora do universo, a não hesitante e definitiva fonte da fertilidade, sabedoria, amor, compaixão, cura e poder. Com freqüência é associada à lua, aos mares e à Terra no pensamento wiccaniano ao redor do globo e através do tempo.

Refutação: O Deus único é trino (Um Deus em três pessoas, e não três deuses): Pai, Filho e Espírito Santo. Freqüentemente, o título Deus indica a primeira pessoa, Deus Pai. Deus é um Ser espiritual sem corpo físico. Ele é pessoal e está envolvido com a humanidade. Criou o universo do nada. É eterno, nunca muda. É santo, amoroso e perfeito. (Gn.1.1; Ex.3.14; Sl.47.2,7-8; 139; Is.40.12-18; 43.11; 44.6; 1Jo.4.8).

·    Escrituras:
Na WICCA não existe um seguimento de escrituras, mas sim tradições que são seguidas por determinados grupos de wiccanianos. Para uma idéia geral, tradição, segundo o dicionário, significa um método específico de determinada ação, atitude ou ensinamento que são passados de geração para geração. Dentro da WICCA, tal palavra difere em seu significado, representando um conjunto de ritos e ética, liturgia e crenças.
Pode-se dizer que as várias tradições são espécies contidas dentro do gênero WICCA, ou seja, as tradições estão contidas na WICCA, portanto, a WICCA contém as inúmeras tradições. Dentro deste conceito pode-se dizer que ?a WICCA não é uma tradição e sim uma religião que possui infinitas tradições?.
As tradições se apresentam dentro da WICCA com estruturas próprias, assim como seus rituais, liturgia, livro das sombras, etc, porém, todas, sem exceção seguem o princípio wiccaniano. Quais sejam:

1.    Adoração à deusa e ao deus;
2.    Observância dos ritos sazonais;
3.    Magia é vista como uma parte natural da religião e é sempre utilizada com propósitos destituídos de maldade e vinganças;
4.    O proselitismo (sectarismo) é inadmissível;

Normalmente uma tradição não reconhece um iniciado em outra religião e dessa forma exige que o pretendente se inicie novamente, mas agora, na nova tradição.
Algumas tradições obedecem a uma rígida estruturação hierárquica, outras não.
Mas... porque tantas tradições dentro da WICCA? A WICCA é livre de qualquer dogma, liturgia fixa. Então, ficamos diante de uma brecha em que cada grupo ou tradição segue sua própria linha de ritos e crenças.

?Pesquisando mais afundo, pude encontrar um segmento de 31 tradições ou grupos de segmento da WICCA, todas diferindo entre si seus ritos e crenças, mas devido ao espaço limitado destas páginas somente iremos citar quais são elas e quais são suas crenças tradicionais comuns entre todas elas?. (nota do autor)
As tradições são as seguintes: Tradição Alexandrina; Tradição Celta da América; Tradição Australiana; Tradição da Igreja de y Tylwyth Teg; Tradição do Círculo Wiccano; Tradição do Círculo do Bosque Longinquo e Eterno; Tradição Diânica; Tradição da Wicca de Frost; Tradição Gardneriana; Tradição Georgiana; Tradição Maidenhill; Tradição do Caminho do Norte; Tradição da Nova Wicca; Tradição da Pecti Wicca; Tradição Wicca Saxã; Tradição 1734; Tradicional Britânica; Wicca Céltica; Tradição Caledoniana ou Caledonni; Bruxaria Cerimonial; Ecletismo; Tradição das Fadas ou Fairy Wicca; Tradição Hecatiana; Bruxo Hereditário ou Tradição Familiar; Bruxa de Cozinha; Bruxo Solitário; Tradição Teutônica ou Nórdica; Tradição Asatrú: (ou Religião Asatrú?); Tradição Algard; Bruxaria Tradicional; Tradição Galesa de Gwyddonaid.
Suas crenças tradionais: (levando em conta que todas elas são registradas no ?Livro das Sombras?, uma espécie de ?Bíblia? das bruxas onde são registradas instruções para o lançamento e banimento do círculo; rituais religiosos; a consagração dos instrumentos; as leis; notas organizacionais do coven; rituais mágicos; orações e talvez conhecimento herbal)

-    A deusa e o deus são reverenciados;
-    A alma humana aprecia uma série de encarnações na forma humana; (esta é a doutrina mais difundida);
-    O poder é enviado de forma não física para afetar o mundo de maneira positiva (Segundo o pensamento wiccaniano, o poder é a energia que sustenta nossos corpos. Primeiro o corpo absorve por meio de sua ?mãe biológica? dentro do útero para, depois, obtê-la a partir dos alimentos, da água, da luz e do sol e de outros objetos naturais. Segundo eles, o poder pessoal é liberado durante o estresse, exercícios, sexo, gravidez e parto. A magia é geralmente um movimento de poder pessoal para um fim específico.);
-    O que for feito retornará à pessoa que o fez (segundo os wiccanianos é a lei do universo como a lei da gravidade);
-    A Terra é a nossa casa, a nossa deusa (daí a importância da Wicca venerar tanto a natureza e sua preservação);
-    A Wicca não difunde sua doutrina como fazem os cristãos através do evangelismo;
-    A Wicca aceita que toda religião é correta aos seus seguidores, uma definição correta do que seria a religião dentro da Wicca seria o ?ecumenismo? ? doutrina da Nova Era ? que já acontece hoje.
-    A Wicca aceita membros de ambos os sexos, de qualquer raça, origem e, geralmente, de qualquer preferência sexual (agregando os homossexuais, lésbicas, etc.). No entanto muitos afirmam que apesar disto ainda existe o racismo dentro da Wicca.
-    A Wicca é uma religião, não uma organização política (Até mesmo proíbem o envolvimento político de seus adeptos, a não ser para defender direitos feministas, liberdade reprodutiva, direitos dos animais, legislação religiosa restrita, conservação de terras e outros assuntos);
-    A Wicca não cobra por lições particulares ou pela iniciação (Objetos físicos criados por wiccanianos como pentáculos, facas, varinhas, incensos, óleos, livros e serviços como aulas públicas ou reuniões podem e devem ser pagos);

Refutação: Nós cristãos cremos na Bíblia escrita originalmente em hebraico e aramaico (Antigo testamento) e grego (Novo Testamento), como fonte infalível e única regra de fé, sendo ela a ?única? palavra de Deus ou os pensamentos de Deus expressos através de suas letras. (Sl.19.7-10; 119; Jo.17.17; 1Tm.4.9; 2Tm.3.16; Hb.4.12-13; 2Pe.1.20,21).

·    Jesus:
No conceito wiccaniano, Jesus foi um homem comum e iluminado como Buda, Krishna, e outros fundadores de outras religiões. Segundo a Wicca, todos ensinaram a mesma coisa: como tornar-se um só caminho reverenciando a natureza. Existem escritos wiccanianos que até mesmo defendem a idéia de Cristo nunca realmente existiu. Que a verdadeira essência do deus, encontra-se dentro de nós e é regido pela deusa e pelo deus num ciclo interminável como as luas e as estações do ano.

Refutação: Jesus Cristo é Deus. (Is.9.6; Mt.1.23; Jo.1.1; 10.30; 14.9; 20.28; Rm.9.5; 2Co.4.4; 1Ts.2.3; Col.1.15; 2.9; Fp.2.5-7; 1Jo.5.20).

·    Espírito Santo:
No conceito wiccaniano a Trindade Divina consiste apenas numa trindade de nomes, mas não de pessoas. O Espírito Santo, portanto, não existe. Essa trindade de nomes por exemplo pode consistir em: Cernunos, Diana, Hórus, e outros deuses que formam a trindade wiccaniana.

Refutação: O Espírito Santo é uma pessoa. Ele é Deus. (Sl.139.7-12; 143.10; Jo.16.7-14; At.5.3,4; 10.19,20; 2Co.3.17; Ef.4.30; 1Ts.5.19).

·    Salvação:
No conceito wiccaniano, a salvação é vista como uma reencarnação na forma de evolução. Acreditam eles que continuam a viver após a morte e voltam em outras forma, outros corpo (quanto a questão da sexualidade, uns acreditam que voltam no mesmo sexo e outros acreditam que podem escolher em que sexo poderão nascer novamente). As almas ou parte das almas encarnam-se em sucessivas reencarnações. Quanto à interpretação wiccaniana da reencarnação, segundo eles, não se sabe a finalidade da reencarnação, sabe-se somente que é um processo contínuo como as luas e estações do ano, como a deusa que tem seu filho Cernunos este é criado, na sua juventude engravida sua própria mãe, morre e volta a nascer dela mesma! (A que absurdo se chega um pensamento do maligno na vida das pessoas!).

Refutação: A salvação é pela graça, mediante a fé em Cristo Jesus. (Jo.3.16; 14.6; At.4.12; Rm.3.23-26; 10.9,10; Gl.2.16; Ef.2.8,9; Tt.3.4,5).


O Jovem Cristão e a Masturbação

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Vivemos em uma era de liberdade de expressão e de um estilo "livre" de vida. Hoje vemos nos filmes, nas novelas, nas músicas, nas danças, nas roupas da moda, etc., uma comercialização do sexo. Em Gênesis 1:28, Deus disse ao homem: "E Deus os abençoou e Deus lhes disse: Frutificai, e multiplicai-vos, e enchei a terra, e sujeitai-a; e dominai sobre os peixes do mar, e sobre as aves dos céus, e sobre todo o animal que se move sobre a terra", ou seja, o sexo tinha uma função procriativa e fez Deus uma mulher idônea para Adão para que, dela, ele desfrutasse e, com ela, enchesse a terra (Gn 2:18).

Hoje em dia o sexo está tão banalizado que não há mais aquela expectativa dos noivos em se descobrirem aos poucos, em maravilharem-se um com o outro vivendo uma novidade maravilhosa de um toque, de uma fragrância, de surpresas que fortalecem o casamento e o amor. Com tamanha sobrecarga de "normal" (sexo antes do casamento é normal, homossexualismo é normal, filhos drogados é normal, você tem que aceitar...), por que não devemos ensinar nossos filhos a se masturbarem? Não é normal?

Vamos falar de áreas cinzentas da moralidade

Ao considerar as questões sexuais que não estão especificamente relacionadas na Escritura, tenha em mente certas experiências pré-sexuais que conduzem facilmente à lascívia ou à luxúria.

Nossos pensamentos

A batalha pela pureza sexual sempre começa na mente. Aquilo em que pensamos constantemente, acabamos fazendo. Enchemos nossa mente com o bem ou o mal, o puro ou o impuro, o certo ou o errado. Muitos crentes tentam abrigar ambas as tendências em seus pensamentos.

O pecado sexual declarado é concebido na mente, desenvolvido em várias experiências pré-sexuais, e finalmente torna-se realidade, quando a oportunidade aparece. Não somente a imoralidade resultante é pecado - os pensamentos impuros também são pecados. As palavras de Jesus, no Sermão da Montanha, são freqüentemente citadas a este respeito: "Ouvistes o que foi dito: Não adulterarás. Eu, porém, vos digo que todo aquele que olhar para uma mulher com intenção impura, já em seu coração cometeu adultério com ela" (Mt 5:27,28). Não se confunda, a ponto de dizer: "Visto que já pequei em meu coração, posso também pecar com o corpo". Estes pecados não são os mesmos! Um é o pecado da mente, e em pensamento apenas uma pessoa peca. O outro é um pecado da mente e do corpo, e, com o corpo, duas pessoas pecam. Na mente, não há união física. Com o corpo, os dois chegam a se conhecer um ao outro de maneira irreversível. Note que, em Mt 5:28, Jesus menciona não apenas olhar, mas olhar para cobiçar. Isto implica um desejo ativo, imaginando uma união ou contato sexual.

Paulo diz que o crente de espírito controlado, na batalha espiritual, está "levando cativo todo pensamento à obediência a Cristo" (II Co 10:5). E Pedro diz: "Cingindo os lombos do vosso entendimento, sede sóbrios... não vos conformeis às concupscências que antes tínheis na vossa ignorância" (I Pe 1:13,14). Não podemos impedir todo pensamento impuro de entrar na mente, porém somos realmente capazes de controlar os pensamentos que permanecem e se desenvolvem.

Nossos olhos

O que nossos olhos vêem e lêem produz e controla a maior parte de nossos pensamentos. As Escrituras ensinam que os olhos são a "candeia do corpo" (Mt 6:22,23) e que se os "olhos forem maus", o corpo "será tenebroso". Esta verdade descreve mais do que um fato físico. Refere-se ao que os olhos deixam entrar na mente.

O apóstolo João adverte contra a "concupiscência dos olhos" (I Jo 2:16). Salomão escreveu: "Dirijam-se os teus olhos para a frente e olhem as tuas pálpebras diretamente diante de ti. Pondera a vereda de teus pés, e serão seguros todos os teus caminhos" (Pv 4:25,26). Salomão também diz: "Filho meu, dá-me o teu coração; e deleitem-se os teus olhos nos meus caminhos. Porque cova profunda é a prostituta; e o poço estreito é a aventureira" (Pv 23:26,27).

Devemos nos afastar da pornografia que vem sendo despejada em nosso caminho, lembre-se: "os olhos são a candeia do corpo". Se você não resiste à tentação, não olhe. Você não pode ser tentado a se masturbar se estiver lendo passagens da Bíblia.



Masturbação é pecado?

A maioria dos não-crentes e também muitos crentes crêem que a masturbação não apresenta nenhum problema. Certamente, não acham que é pecado e que só constitui um problema quando é uma obsessão e um substituto psicológico total para as relações sexuais normais.

A muitos mitos sobre a masturbação, em escritos católicos e protestantes antigos, a este respeito. Alguns destes mitos são que a masturbação causa danos físicos, que destruirá a habilidade sexual no casamento ou que causará distúrbios emocionais. Estes mitos eram basicamente táticas para amedrontar e tinham pouca base em fatos.

Não há passagem específica na Escritura que fale diretamente da questão da masturbação. Há quem chame a atenção para Gn 38:8-10 e I Co 6:9-10. Concordo com o escritor Herbert J. Miles, que estas passagens não falam de masturbação.

Mesmo assim, a Bíblia fornece orientações que lhe permitirão decidir se a masturbação é pecado ou não. Reflita sobre as seguintes observações:

1. Vejamos à definição de lascívia e luxúria: "Gratificação dos sentidos u indulgência para com o apetite; dedicado aos ou preocupado com os sentidos" e "desejo sexual intenso". A masturbação encaixa-se definitivamente nestas definições (veja Gl 5:19). Pode-se praticar a masturbação sem lascívia ou luxúria?

2. O teste seguinte é o de sua vida mental. Jesus disse: " Eu, porém, vos digo que todo aquele que olhar para uma mulher para a cobiçar, já em seu coração cometeu adultério com ela" (Mt 5:27,28). Quando uma pessoa pratica masturbação, o que se passa em sua cabeça? As cachoeiras de Paulo Afonso? Pode alguém se masturbar sem imaginar um ato sexual ou ao menos cenas sensuais? O que é que você acha? Se você pratica a masturbação, pode sua mente permanecer pura?

3. Em seguida, reflita sobre a santidade e a intenção da relação sexual no casamento. Sem sombra de dúvida, a masturbação é uma tentativa de experimentar as mesmas sensações que são atribuídas ao casamento. É um substituto do ato verdadeiro - uma farsa, uma falsificação, um dolo.

4. A masturbação é também totalmente egocêntrica. Uma das características do egocentrismo é a auto-indulgência. Paulo descreve o modo de vida de quem é controlado por Satanás, dizendo: "Todos nós também antes andávamos nos desejos da nossa carne, fazendo a vontade da carne e dos pensamentos" (Ef 2:3).

5. Finalmente, a masturbação pode nos levar à escravidão. Quando uma pessoa é dominada por uma indulgência carnal, ela peca. "Não reine, portanto, o pecado em vosso corpo mortal, para obedecerdes às suas concupiscências" (Rm 6:12). Paulo também diz: "Todas as coisas me são lícitas, mas nem todas as coisas convém. Todas as coisas me são lícitas, mas eu não me deixarei dominar por nenhuma delas" (I Co 6:12). Você é escravo da masturbação?

Reflita sobre os cinco enunciados acima, para determinar se, para você, a masturbação é pecado.

Liberte-se!

O impulso sexual é uma parte normal, dada por Deus, de qualquer homem ou mulher saudável. Envergonhar-se disto é duvidar da bondade de Deus para conosco. Abusar dele é contrariar a graça que Deus tenciona para nós. Ele nos criou com muitos impulsos e desejos, que podemos desenvolver ou usar de maneira errada. Como um deles, o impulso sexual ativa ou destrói os relacionamentos, de acordo com seu controle e aplicação.

A masturbação é um problema comum. Não devemos ter medo de conversar sobre ela nem de ajudar as pessoas a superá-la. Homens e mulheres acham que é um hábito igualmente opressivo, e buscam ajuda para a superação do problema. Compaixão, e não condenação, deve ser nossa resposta.

Minha conclusão é que a masturbação não deve fazer parte da vida do crente. I Coríntios 6:18-20, (Gálatas 5:19) e (I Tessalonicenses 4:3-7) são passagens que falam sobre a questão do uso de nossos corpos devidamente no sexo. Embora não possamos assentar todos os argumentos que dizem que a masturbação é pecado, não podemos negar que ela é resultado da lascívia e da paixão. Mas, na liberdade da graça de Deus, podemos escolher fazer o que é sagrado e direito aos olhos de Deus.