11 de novembro de 2011

Perseverança, humildade, amor fraternal e santidade.

INTRODUÇÃO

        Ao recebermos o Espírito Santo em nossa vida, nós somos por ele dirigido, então somos libertos do poder do pecado e prosseguimos adiante rumo à glorificação final de Cristo. Assim temos uma vida cristã normal, conforme o evangelho de Cristo.

PERSEVERANÇA

        Perseverança é a qualidade ou procedimento daquele que persevera, é também pertinácia, Constancia, firmeza persistência; sem mudar, sem variar de intento.

1.    Nossa perseverança na fé e na lealdade é uma condição bíblica para salvação final (Hb 3.14; 6.11,12). É ser participante da gloria final descrita em (Ap 2.7,25). E o vencedor é aquele que mediante a graça tem recebido de Deus através da fé em Cristo, tem experimentado o novo nascimento e permanece constante na vitória sobre o pecado, mundanismo e as hostes satânicas.

2.    Apesar da apostasia que tem cercado, o vencedor continua recusando de conforma-se com o mundo, ele ouve e atende o que o Espírito diz as Igrejas, aceitando somente o padrão de Deus para vida cristã, revelada na sua palavra (Ap 3.8; Dt 6.3).

3.    Há uma verdade solene e santa é que Deus constantemente observa e avalia as nossas ações, tanto as boas quanto às más e seremos responsabilizados por essas ações, tanto agora como no dia do nosso julgamento individual. (1Co 3.11,15; Ec 12.13).

4.    O Senhor nos chama a persistir em seguir os seus preceitos, (Sl 119.63). E que pelo o temor do Senhor nos desviemos do mal (Pv 16.6). Que é também um alvo básico na educação dos nossos filhos para que persistam também no temor ao Senhor; por que assim como há um efeito santificador na verdade da palavra, assim também há mesmo efeito no temor de Deus (Jo 17.17). E esse temor nos inspira a evitar o pecado e desviar-nos do mal (Pv 7.8).

5.    O contrário de perseverar é desistir que significa não prosseguir ?no intento? renunciar, a corrida da nossa fé (Jr 9.12,16). Essa corrida deve durar vida inteira e deve ser efetuada com paciência e constância esforçando-se para chegar ao fim. (Hb 10.23; 10.36; 12.25; Fp 3.14).

6.    Devemos olhar tão somente para Cristo em nossa corrida da fé que é exemplo de nossa confiança e dedicação à vontade de Deus (Mc 14.36). Exemplo de oração; (Mc 1.35) nas tentações e sofrimentos, perseverança e lealdade ao Pai (Hb 2.10; 12. 2,3). Também com coração sincero, quanto aqueles que abandonam a Cristo deliberalmente, peca e Deus não tem prazer nele. (Hb 10.38,39).

HUMILDADE

        Humildade é uma virtude que nos dar o sentimento de nossa fraqueza, modéstia, pobreza, respeito, reverência e submissão do ponto de vista bíblico, subtende a consciência das nossas fraquezas e a decisão de atribuir de imediato todo crédito a Deus e a o próximo por aquilo que temos feito. (Tg 4.10).

1.    Por outro lado o orgulho é um sentimento de dignidade pessoal, brilho, altivez, conceito elevado ou exagerado de si próprio, amor-próprio demasiado. Há uma lista de pecados originados pelo amor próprio (2 Tm 3.2,3, 4).

2.    O apóstolo Paulo nos adverte que haverá o desaparecimento de ternura e de amor natural, como exemplo de uma mãe que rejeita seus filhos, ou os mata no seu próprio ventre; de um pai que abandona sua família, ou dos filhos que desprezam e negligenciam os cuidados devidos para seus pais idosos (1 Tm 5.8).

3.    O ministério de Cristo teria por objetivo principal conciliar as famílias com Deus e com sigo próprio entre seus respectivos membros, (Zc 4.6; Lc 1.17). Pois não poderá haver vida abundante nos espírito se o povo de Deus não fizer da autoridade familiar, a prioridade absoluta da Igreja. A pureza a retidão do lar precisa ser mantidos de outra forma nossa Igreja será um fracasso; esta responsabilidade cabe a nós pais de família, pois devemos orar por nossos filhos, dedicando-lhe tempo, advertindo-os contra os caminhos ímpios. (Sl 127.3; Col 3.21).

AMOR FRATERNAL

Fraternidade (do latim fraternitate) que significa parentesco de irmãos, harmonia, paz e concórdia.

1.    A verdadeira essência da irmandade e unidade consiste em viver de modo digno permanecendo num só espírito e propósito. (Ef 4.1,4)

2.    A unidade espiritual é existência da vida divina naqueles que deram crédito a verdade e receberam a Cristo como seu e suficiente salvador e que preservam e guardam essa unidade, não mediante os esforços ou organizações humanitárias, mas pelo andar ?como dignos da vocação com que fostes chamados? (Ef 12.9,21).

3.    Os que estão unidos em espírito são movidos pelo mesmo sentimento, esta integridade de Cristo deve haver também nos seus seguidores os quais foram chamados para viver em sacrifícios e renuncia, cuidando dos outros e fazendo lhe o bem, (Rm 12.9,21).

4.    Aos os olhos de Deus Esaú fez o que era mau quando vendeu o seu direito de primogenitura ao seu irmão Jacó, por um prato de lentilhas, Deus o aborreceu por isso mais amou a Jacó (Gn 25.27; Rm 9.13). Esaú posteriormente arrependido querendo ainda a benção foi rejeitado, pois não achou lugar de arrependimento, embora que com lágrimas tenha buscado (Hb 12.16,17).

5.    Ao expor a triste condição de Edon o profeta Obadias revela-nos um importante princípio o amor fraternal, o amor mutuo entre irmãos (Ob 12.17). Pois Deus restituirá o mesmo tratamento que for dispensado ao próximo; (Gl 6.7,10; Ap 13.10; Is 33.1). Deus abomina e julga toda impiedade entre irmãos. (Gn 4.8,15; 1 Jo 3.15).

6.    Deus está dentro de nós, no entanto devemos ama-lo amando uns aos outros, pois somos participantes de sua natureza divina. (1 Co 3.16,17; 2 Pe 1.4).

SANTIDADE

        Santidade é a qualidade ou estado de santo.

1°        Ser santo é está separado do pecado e consagrado a Deus, está perto de Deus e ser semelhante a ele.

2°        Foi propósito de Deus quando ele planejou a sua salvação e a justificação mediante a graça e a fé em Cristo. (Ef 1.4; 2.7.8).

3°        Foi também o propósito do Senhor Jesus quando deixou sua Glória para vir a terra (Mt 1.21; 1 Co 1.2,30).

4º        Foi também seu propósito quando foi levado a morrer no madeiro (Ef 5.25b, 26,27).

5º        Foi também seu propósito quando nos fez nova criatura (2 Co 5.17).
6º        Descobrimos que um novo poder que opera dentro de nós mesmo; poder este que nos tem capacitado a vencer o pecado, (a lei do pecado é da morte) nos tem libertado da condição de escravos (Rm 7.21,24).
7º        Examinarmos, pois diariamente, nossos atos, confessando nossos pecados, e abandonando-os e esforçamos-nos constantemente em Cristo para nos apresentar ?mos como aprovados diante de Deus, (Sl.15).

8º        Sem santidade ninguém poderá ser útil a Deus. Os fies que desejam ser úteis ao Senhor, devem aparta-se de todos os seguimentos religiosos e todos os supostos crente que difundem e ensinam doutrinas contrárias as verdades bíblicas. (2 Tm 2.19,20,21).

9º        Sem santidade ninguém terá intimidade com o Senhor. Deus conhece perfeitamente os que são seus e que permanecem fies ao evangelho original, os que transujem em as sua verdades. (Gn 18.19).

10°        Sem a santificação ninguém verá o Senhor. (Hb 12.14).