20 de agosto de 2011

Caindo o peso das costas

Mas agora, libertos do pecado, e feitos servos de Deus, tendes o vosso fruto para santificação, e por fim a vida eterna” (Romanos 6:22).
Certo homem, um cristão conhecido da localidade, caminhava com dificuldades por levar uma pesada bolsa de batatas em suas costas. Um homem incrédulo, ao vê-lo passar, interrompeu-o com uma pergunta: “Como você sabe que é um salvo?” O homem deu mais alguns passos, e soltou a bolsa no chão. Disse ele: “Eu não me virei e nem olhei ao redor, mas sei que soltei a bolsa de batatas. Como pude eu saber disso?” “Você sabe porque o peso diminuiu em suas costas,”
respondeu o incrédulo. “Sim,” continuou o homem, “e é pelo mesmo motivo que sei que sou um homem salvo. Eu não tenho mais o peso do sentimento de culpa pelos pecados e tenho paz e satisfação em meu Senhor e Salvador.”Muitas vezes não somos capazes de achar a paz verdadeira e a felicidade tão ansiosamente buscada simplesmente porque continuamos carregando, nas costas, a bolsa pesada dos prazeres mundanos que tem nos feito andar curvados sem poder enxergar a luz do Senhor à nossa frente. Estamos tão envolvidos com o pecado que não aproveitamos a liberdade de poder passear pelos campos suaves e abençoados que Deus tem preparado para Seus filhos.
O homem de nossa história carregava um saco de batatas para vender na cidade, mas desfrutava da alegria verdadeira e da vida abundante que são características daqueles que tem Cristo no coração. O peso era apenas material, pois, espiritualmente ele podia flutuar como uma pena, com um sorriso nos lábios e louvando a Deus em seu espírito.Quando a bolsa de batatas que carregamos é espiritual, nosso semblante mostra tristeza, a alegria não acha espaço em nosso coração, caminhamos curvados sem poder olhar para o alto de onde vem as bênçãos que podem transformar toda a nossa aflição em paz e felicidade.Deixe, de uma vez por todas, cair a bolsa do pecado que você carrega nas costas. Sem este peso, você poderá seguir mais rapidamente em busca dos seus sonhos.

Autor Desconhecido