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12 de junho de 2016

Parte 2: Analogia: Salomão e Sulamita / Jesus Cristo e Igreja (Noiva)! O que tem a ver?

elenycesantos.blogspot.com

Fonte: http://www.ultimato.com.br/comunidade-conteudo/parte-2-analogia-salomao-e-sulamita-jesus-cristo-e-igreja-noiva-o-que-tem-a-ver 

Salomão muito pensador, estudioso, teve uma grande idéia: (historia paralela).
Preciso conhecer meu povo, caminhar em Jerusalém! O povo só o via nas carruagens, vestimentas reais, etc. 

Decidiu ir disfarçado! Pela madrugada diz o historiador My Pearman: chama os serviçais e diz: tire-me a capa, roupa real etc. Vou fazer algo diferente: quero roupa de pastor de ovelhas! Foi descendo ao palácio, e encontra as sentinelas, e disseram: alto lá pastor de ovelhas aonde vai? Vou conhecer a grandeza do reino de Salomão.(ninguém o reconhecia).

Andou o dia inteiro, no fim da tarde, o sol se pondo, ele chegou num lugar onde era a parte mais baixa do reino, chamado Lagar, onde pisava as uvas, para confecção do melhor vinho, que era mandado para o palácio do rei.

Salomão vai entrando no lagar e olha pra trás, vê algo inusitado:Vê 7 torres de atalaia, cada torre um jovem com trombeta de ouro e vestido de branco, preparado para tocar!
Vai entrando no lagar, onde as jovens vestidas de branco, pisavam as uvas de pés descalços o dia todo, para confecção do melhor vinho. Bem de longe avista uma jovem, bela, formosa!Salomão se apaixona por ela. A jovem olha para o pastor de ovelhas e ele vai aproximando e diz: “Ei moça”!Conte-me um segredo!

Pastor de ovelhas eu posso te contar um segredo, mas “Não olheis por eu ser morena (Ct -1.6a), porquanto eu tenho trabalhado no sol do deserto, pisando a uva, para mandar para o palácio do rei”!

Porque existem 7 torres, 7 trombetas e 7 jovens?

Estas torres só estão aí por causa de uma promessa: O rei prometeu que um dia vai vir aqui no lagar, para nos tirar do deserto, e vai nos levar para o seu palácio, e as trombetas só estão aí, porque quando o meu rei voltar às trombetas irão tocar!

Moça! Vejo que tua roupa é branca, olho para ti e vejo que em ti não há mancha, não há sujeira em seu vestido.

Sabe por quê? Eu trabalho todo o dia esperando o meu rei voltar.Toda tarde desço no riacho, lavo minhas vestes, e deixo-as brancas novamente, e volto, pra cá, porque quando o meu rei voltar, ele não pode encontrar mancha na minha roupa!

Salomão insistente diz: Moça!Não sou pastor de ovelhas.“Eu sou o rei!”.Vim disfarçado, porquanto entrei em Jerusalém e não fui conhecido, porquanto tu me conheceste e eu vou deixar-lhe uma promessa: ”Eu vou voltar para meu palácio, vou preparar um lugar para você, vou voltar segunda vez, para que onde eu estiver, estejais vós também!”.
Salomão teve vários tipos de mulheres, mas amou apenas uma!

Aqui está o segredo: Ct - 1. 6a - 0 “não olheis por eu ser morena” as outras mulheres queriam ficar só no palácio, mas a mulher que Senhor ama, e esta esperando o arrebatamento é aquela que está: Conquistando terras ainda não conquistadas, aquela que esta no deserto tomando sol pisando as uvas e que a cada dia diz:está difícil mas estou esperando o rei voltar! Pisar uva é pra poucos!Sabe por quê? Pisar uva não dá ibope! Não dá dinheiro! Não trás reconhecimento! Não dá mídia! Ninguém percebe! Expor ao sol não trás ascensão ao seu nome, mas só o nome D´ele! Os missionários do campo, não têm ibope, não tem reconhecimento, mas estão pisando uvas debaixo do sol! – Eu quero te dizer, Deus só levanta quem pisa uva!

No palácio: 700 mulheres, 300 concubinas. Existiam virgens! As virgens do palácio: virgem não conhecia o rei, virgem só conhece o rei de ouvir falar, nunca dormiu com o rei, nunca passou a noite com o rei, não tem intimidade com o rei: “eu quero te dizer: você que não tem relacionamento com o rei, você vai sentir mal no céu”!Nunca teve intimidade com o rei! Nunca passou a madrugada com o rei, só conhece de ouvir falar!

Certo dia de madrugada se levanta Salomão, e diz: vou sair de novo! O serviçal pega a roupa de pastor de ovelhas! Salomão diz: Eu já fui de pastor de ovelhas, agora quero minha roupa de rei! coroa! carruagem! uma comitiva, alguém diz: onde vamos?
No lagar! Mas lagar não é lugar de rei! Mas é o lugar onde está minha noiva! Mas o senhor vai buscar uma virgem?

É virgem! Mas é “A virgem!”. Ela é formosa como a lua brilhante como o sol, formidável com exército, com Bandeiras!

1ª, 2ª, 3ª, 4ª, 5ª, 6ª, na sétima trombeta: A Sulamita para de pisar as uvas, olha para sua roupa, para ver se tem alguma mancha. E ela brada em alta voz: ei-lo aí, eis que ouço á voz do meu Amado! O meu Amado é semelhante ao gamo, o meu amado é semelhante ao filho da gazela. Salomão ouve a voz da sua amada! E brada com alta voz: Eis que ouço a voz da minha amada! Ct 2.10: levanta amada minha! Levanta formosa minha! Já passou o inverno, a chuva já se foi, apareceu ás flores da terra, o tempo de cantar chegou, o tempo de dançar chegou, eis a voz do teu amado, que vem saltando pelos montes, meus cabelos brancos como a neve, e olhos como chamas de fogo.

O rei esta voltando para buscar uma igreja exposta ao sol do deserto! O Sol escaldante das dificuldades e privações é pra você, Sulamita do Senhor! Não desista, agüenta mais um pouquinho! Fica firme!

Deus abençoe á Todos!

26 de junho de 2015

Que o Perseguidor se torne o Perseguido.

elenycesantos.blogspot.com
As imagens são chocantes. Estão por todos os lados: das redes sociais aos noticiários da TV. Corpos decapitados, crianças queimadas, pessoas crucificadas, jovens abusadas sexualmente – vendidas como escravas e o tráfico de órgãos são apenas algumas cenas da realidade mais chocante e cruel que o mundo experimenta desde a II Guerra Mundial: a guerra civil da Síria.
Isto é terrível mas parece não ser suficiente para provocar uma escala de reações capazes de fazer cessar o horror. Na verdade, parece que o mundo (e o Brasil) assiste de camarote. Falando em Brasil, é interessante lembrar que há um tempo atrás, nossa presidenta afirmou que se deveria buscar o diálogo com “terroristas”. Sendo assim, fica claro que nosso governo, como muitos outros, continuará apático ao que acontece do outro lado do mundo.
A História está sendo marcada por mais um capítulo hediondo, contudo, nada há de novo debaixo do sol, nem mesmo o que está acontecendo na Síria, Iraque e outros países do Oriente.
Flagelos como estes e crimes contra a humanidade eram bem conhecidos na época da Igreja Primitiva. Na verdade, a primeira igreja conheceu barbáries muito similares ao que hoje vemos no Oriente. Pelo simples fato de serem cristãos, homens e mulheres eram arrastados, dilacerados por feras e decapitados em praça pública. Alguns chegaram até mesmo a morrer crucificados como o Mestre. Por fim, a história nos conta que tais práticas continuaram com o tempo, tornando-se ainda mais cruéis, por exemplo, na época das Cruzadas.
Saulo, de perseguidor a perseguido.
Quem era Saulo?
Paulo ou Saulo de Tarso, assim chamado por ter nascido na cidade de Tarso, na Cilícia (Turquia) entre os anos 5 e 10 dC. era filho de judeus, da tribo de Benjamin. Foi circuncidado ao oitavo dia e cresceu seguindo a tradição judaica.
“Circuncidado ao oitavo dia, da linhagem de Israel, da tribo de Benjamim, hebreu de hebreus; segundo a lei, fui fariseu” (Filipenses 3:5).
Nas suas Cartas podemos ver seu caráter. Às vezes um homem carinhoso (que ao escrever às comunidades comparava-se a uma mãe) e em outras situações, severo. Não abria mão das suas ideias e ameaçava com castigos.
Como judeu zeloso e seguidor da lei, era radical no seu desejo de combater as heresias. E assim, com a permissão das autoridades, Saulo tornou-se um grande perseguidor da Igreja de Cristo.
“E naquele dia levantou-se grande perseguição contra a Igreja em Jerusalém; e todos, exceto os apóstolos, foram dispersos pelas regiões da Judéia e Samaria”. “E Saulo assolava a igreja, entrando pelas casas; e, arrastando homens e mulheres, os encerrava na prisão”. (Atos 8.1,3)
No caminho de Damasco, numa estrada que levaria a capital da Síria, uma visão mudou sua vida totalmente. Saulo “viu” aquele a quem perseguia. E a partir daí tornou-se Paulo, o apóstolo de Cristo, o pensador, o teólogo e acima de tudo, o missionário que levou o Evangelho do Senhor a quase todo o mundo conhecido de então.
Sabemos que por amor ao Mestre, Paulo sofreu grandes dores (até a morte) sem nunca, contudo, deixar de amar e de pregar.
E é na vida do apóstolo que me inspiro para orar pelos soldados do Estado Islâmico e por todos os demais radicais que estão alimentando de sangue inocente as terras do Oriente.
Que o perseguidor se torne o perseguido.
No Oriente sabemos que o que tem causado a transformação no coração de muitos muçulmanos, é um encontro “sobrenatural” com o Senhor. Algo muito parecido com o que aconteceu com Paulo. Pessoalmente, ouvi muitas histórias semelhantes de refugiados tendo sonhos e visões e assim buscando conhecer mais daquele Homem que lhes falava com tanto amor. Na realidade, esta é quase a única esperança que tenho para este momento pelo qual passa o mundo e especialmente a Síria.
Que os perseguidores se tornem “perseguidos” é uma alusão a transformação pela qual passou o apóstolo. Se o Senhor transformou a vida de Saulo, aquele de coração tão duro, que tanto mal fazia aos cristãos de sua época, pode fazer o mesmo e até mais, pelos radicais, jihadistas, fanáticos e tantos outros que hoje tem se levantado para fazer tanto mal.
A verdade é que Deus ama todos os homens, até mesmo os soldados do Estado Islâmico, por mais incoerente que isto possa parecer.
Muitos estão se desiludindo com este sistema do mal, mas centenas de milhares ainda permanecem enganados. Por isso, precisamos continuar orando e orando de forma específica. Imagine o que pode acontecer se soldados cruéis se transformarem em agentes de amor. Deus já está fazendo isso. Ele é a nossa única esperança.
“Que o perseguidor se torne o perseguido” continuará sendo minha oração para o Oriente Médio. Ore comigo!

Por 

Raquel Elana, formada em Teologia, Pós Graduação em Jornalismo Político/ (Jornalista – MTb 15.280/MG) e Ministérios Criativos pelo IBIOL de Londres, é autora de 3 livros, entre eles: Anjos no Deserto - uma coletânea de testemunhos dos seus quase 10 anos de trabalho no Oriente Médio. Desde o ano passado está envolvida com o trabalho de atendimento aos refugiados da guerra civil da Síria. Veja este vídeo de divulgação para conhecer mais sobre nossas famílias e como desenvolvemos o serviço.

Brasil um país em crise moral, política e religiosa!

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Os tempos são difíceis no Brasil em vários aspectos (refiro-me a “tempos” porque nossos problemas nacionais emendam décadas e enlaçam gerações); existe a crônica e sistêmica dificuldade da corrupção política derivada de uma outra desvirtuação moral que também emana de mais uma adulteração imaterial (espiritual) – sim, e nesta última a constatação de que a alma do “povo brasileiro” está doente! Ficamos enfermos pois bebemos dos cálices das mentiras variadas e nos alimentaram dos banquetes de enganos e trapaças – por isso que o brasileiro é de alguma forma “corrupto”; nosso espírito geme no que parece um beco escuro e sem saída e nossa vida se esvai em meio a tanta desgraça social.
A última esperança é a “igreja de Jesus”, pois para esta as portas do inferno não prevalecerão; para ela a mentira não triunfa e o pecado em qualquer estágio e meio não é tolerado. Estamos numa “crise de verdade” e num cenário de inverdades onde se mente do “púlpito” ao parlamento; da polícia ao judiciário e da liderança comunitária a Presidência da República. É uma crise moral onde a retidão se extingue frente a intentos de ganância e poder onde tudo vale e se justifica. É uma crise de valores onde o relativo não permite convergirmos em quase nenhum acordo – todo mundo tem a sua verdade e sua isolada posição – e numa sociedade em que ninguém se entende a própria se destrói.
Também estamos em meio a uma crise de respeito e civilidade, há uma guerra entre “cristãos” (com destaque para alas evangélicas) e “gays” neste país, onde os primeiros através de alguns de seus líderes pelo discurso da defesa da família e dos bons costumes formam um cinturão de apelo político e usam do canhão das mídias evangélicas para mobilizarem o segmento a pressionarem os legisladores na aprovação de leis mais “teocráticas”; incitam a promoção de boicotes comerciais a empresas que “apoiam” o homossexualismo, fomentam discussões e desferem acusações ao ativismo gay. Essa “causa evangélica” deixa de ser cristã quando instiga ódio e arranca fobias interiorizadas em mentes fundamentadas na extrema e única opção de condenar pessoasO brasileiro têm liberdade se quiser ser gay ou lésbica e ponto. O cristão também tem o direito de continuar pregando o evangelho sem ofender as pessoas – apenas repetindo o que as Escrituras ensinam. Vale lembrar que a Palavra de Deus enquanto o indivíduo está vivo só condena o comportamento dele e não o próprio, de outra forma Deus jamais o chamaria ao arrependimento – não haveria sentido para tal.
Evangelho no sentido vernacular são boas novas de salvação – é isso que a igreja evangélica precisa se ocupar em fazer – quem convence é o Espírito Santo! Se nós temos a verdade e se o ativismo gay quer propor e impor inversões de papéis sociais através de um novo conceito de sexo e família – nosso comportamento precisa basear-se numa apologia fidedigna à Palavra de Deus em todos os sentidos – inclusive naquela de amar o próximo (gays, lésbicas, bissexuais e travestis); se quisermos dialogar com essa sociedade não evangélica onde não impera quase nada de valores bíblicos; teremos de ouvi-la, respeitá-la em seu direito de expressão e para os mais radicais de nosso meio o apelo não é menos radical – você terá que dar a face mesmo àqueles que aprovam demonstrações como a do transsexual que aludiu a Jesus crucificado sobre um trio elétrico em plena parada gay.
Voltando ao campo político e estendendo uma ponte de reflexão ao religioso, eu acredito que a presença de representantes cristãos na câmara dos deputados é necessária, como também representantes de outros segmentos sociais. Acredito que através da política é que conseguiremos fazer um país para e de todos, sob a ordem do respeito mútuo – ninguém obrigando ninguém a nada, quer por sentir-se injustiçado por ser minoria ou por achar-se absoluto pelo apoio da maioria. O Brasil não é uma “igreja” e menos uma “parada GLBT” e enquanto os enfrentamentos e xingamentos continuarem, mais distantes do entendimento ficaremos e os caudais generalizados de nossas crises só aumentarão.
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Por 

Silvio mora na belíssima cidade de Guarapari no ES; é administrador de empresas por profissão; estudou teologia no Seminário SEET e na Faculdade FAIFA. É membro do conselho editorial da revista Seara News. Contribui como colunista em outros portais evangélicos e é palestrante em escolas bíblicas realizadas em seu Estado. Escreve também para o seu blog Cristão Capixaba e é o editor responsável pelo portal Litoral Gospel.